Hoje não é apenas mais um dia.
Hoje é o dia em que tudo ganha sentido.
O dia em que a esperança vence o medo, em que a vida vence a morte, em que o amor se revela mais forte do que tudo.
Hoje celebramos a Ressurreição.
Jesus Cristo
E para mim, não é apenas uma celebração religiosa — é a confirmação daquilo que dá sentido à minha vida.
Jesus não é apenas o meu Mestre.
É o meu caminho, a minha verdade, a minha vida.
É o amado da minha alma.
Foi ainda muito novo que entreguei a minha vida a Ele.
E desde então, tenho aprendido, todos os dias, o que significa caminhar com alguém que venceu a própria morte.
A Ressurreição não é apenas um acontecimento do passado.
É uma realidade viva.
É a certeza de que, mesmo nos momentos mais escuros, há sempre luz.
De que, mesmo quando tudo parece perdido, há sempre um recomeço.
Quantas vezes, ao longo da vida, enfrentamos as nossas próprias “cruzes”?
Quantas vezes sentimos o peso da dor, da dúvida, da solidão?
Mas hoje recordo — e sinto — que a última palavra nunca é da dor.
A última palavra é da vida.
Jesus ressuscitou… e com isso mostrou-nos que o amor não morre.
Que a entrega vale a pena.
Que a fé não é em vão.
Segui-Lo não é escolher o caminho mais fácil.
É escolher o caminho mais verdadeiro.
É tentar, todos os dias, viver com mais amor, mais humildade, mais compaixão.
É cair e levantar, sabendo que há sempre misericórdia.
É olhar para o outro e ver nele alguém digno de amor.
Hoje, mais do que nunca, sinto que a minha vida só faz sentido porque Ele vive.
Porque se Ele não tivesse ressuscitado, talvez a fé fosse apenas uma memória.
Mas Ele vive — e por isso, a minha fé é presença, é caminho, é transformação.
Neste dia de Ressurreição, renovo dentro de mim aquilo que começou ainda na minha juventude:
a decisão de seguir Jesus.
Não por tradição,
mas por convicção.
Não por hábito,
mas por amor.
E por Ele — o amado da minha alma — vale sempre a pena recomeçar.
E se há algo que desejo, é que a minha vida — com todas as suas imperfeições — possa refletir um pouco dessa luz que hoje celebramos.
Porque no fim…
não é a morte que define a história.
É a vida.
É o amor.
É Cristo vivo em nós.
Cláudio Anaia

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