quarta-feira, dezembro 31, 2008

Salvem os Ricos.... por favor !




Não tenhamos dúvidas o que mais marcou este ano que agora termina, foi a crise internacional.

E os coitadinhos dos ricos foram os que mais sofreram.... Pois !

Por isso esta a decorrer uma campanha de solidariedade para os ajudar.

Muitos artistas juntaram-se no trabalho musical nesta campanha que se pode ver aqui neste vosso blog RELANCES que assim se associa a esta causa.

Esses artistas são : Olavo Bilac, Ana Bacalhau (Deolinda), Angelico, George Michael, Sérgio Godinho , Rui Reininho , Tokyo Hotel , Adriano Calcanhoto , Zé Pedro (Xutos e Pontapés) , Axl Rose (Guns and Roses) , David Fonseca , António Calvário

terça-feira, dezembro 30, 2008

Bento XVI explica que não se combate a pobreza eliminando pobres‏

Bento XVI explica que não se combate pobreza eliminando pobres

Mensagem para a Jornada Mundial da Paz

O Papa Bento XVI rejeita o controle da natalidade, especialmente o aborto, como meio para combater a pobreza, na Mensagem para a Jornada Mundial da Paz do próximo dia 1º de janeiro de 2009, divulgada hoje pela Santa Sé.

O Papa dedica sua mensagem para esta Jornada a refletir sobre as «implicações morais» da pobreza, já que, afirma, esta «costuma ser a causa dos conflitos armados» que a humanidade sofre hoje.

Entre estas, refere-se ao controle da natalidade, à necessidade de fortalecer a família, ao desarmamento e à verdadeira natureza da crise econômica, explicando que não se pode combater a pobreza com meios que não respeitem a dignidade do homem.
As campanhas internacionais dirigidas a controlar a natalidade nos países pobres, afirma, utilizam «métodos que não respeitam a dignidade da mulher nem o direito dos cônjuges a escolher responsavelmente o número de filhos e, o que é mais grave ainda, freqüentemente nem sequer respeitam o direito à vida».
«O extermínio de milhões de crianças não-nascidas em nome da luta contra a pobreza é, na realidade, a eliminação dos seres humanos mais pobres», acrescenta o Papa.

Na mensagem, o Papa rebate a suposta relação entre a pobreza e o crescimento demográfico, e afirma que existem «recursos para resolver o problema da indigência, inclusive com um crescimento da população».

«Desde o final da 2ª Guerra Mundial até hoje, a população da terra cresceu quatro bilhões e, em boa parte, este fenômeno se produz em países que apareceram recentemente no cenário internacional como novas potências econômicas e obtiveram um rápido desenvolvimento precisamente graças ao elevado número de seus habitantes.»
Com relação às doenças, especialmente à SIDA, o Santo Padre denuncia que os países que se queixam «na hora de contrapô-las, sofrem as chantagens de quem condiciona as ajudas econômicas à posta em prática de políticas contrárias à vida».

«É difícil combater sobretudo a SIDA, causa dramática de pobreza, se não se enfrentam os problemas morais com os quais está relacionada a difusão do vírus. É preciso, antes de tudo, empreender campanhas que eduquem especialmente os jovens a uma sexualidade plenamente concorde com a dignidade da pessoa», declara.

Também é necessário «colocar à disposição das nações pobres os medicamentos e tratamentos necessários; isso exige fomentar decididamente a pesquisa médica e as inovações terapêuticas, e aplicar com flexibilidade, quando for necessário, as regras internacionais sobre a propriedade intelectual».

Com relação a esta necessidade da defesa dos vínculos familiares como remédio para lutar contra a pobreza, o Papa aludiu à pobreza infantil, e explicou que, além do «cuidado das mães, a tarefa educativa, o acesso às vacinas, às curas médicas, à água potável, a salvaguarda do meio ambiente», é necessário «o compromisso na defesa da família e da estabilidade das relações em seu interior».

«Quando a família se enfraquece, os danos recaem inevitavelmente sobre as crianças. Onde não se tutela a dignidade da mulher e da mãe, os mais afetados são principalmente os filhos», afirma a mensagem pontifícia.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Onde está Matt? O Video mais visto do Ano de 2008



Este video mostra como é bom viver e um verdadeiro hino á alegria.

O seu autor, Matt Harding tem 32 anos, desenha videojogos, mas deixou o emprego em 2003 para dar a volta ao mundo. Pelo caminho, foi filmando pequenos videos, com o ponto comum de estar a dançar de uma forma peculiar. O movimento foi um sucesso e levou-o a coleccionar locais. No vídeo escolhido pela Time vê-se Harding a percorrer 42 países em cerca de 14 meses.

A poucos dias de terminar o ano de 2008, nada melhor que acabar o ano com um sorriso nos lábios.

Imperdível !!

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Continuação de Os gatos Fodorentos : Uma decisão triste de um país que não deve ser levado a sério ?

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) na sua deliberação perante as queixas apresentadas contra o sketch "Louvado sejas ó Magalhães", no programa Zé Carlos, da autoria dos Gato Fedorento, considera não terem sido ultrapassados os limites da liberdade de expressão e de criação artística, não tendo existido atentado contra direitos fundamentais dos cidadãos, nomeadamente o respeito pelas suas convicções religiosas. Ora, excluir o ultraje à sensibilidade religiosa e ao culto religioso, como foi o caso, não configura uma posição neutra por parte da ERC, exprime antes uma visão laicista do mundo e, portanto, uma opção ideológica do Regulador.

A sociedade portuguesa está num processo de secularização preocupante, existindo uma verdadeira “católicofobia” tornada visível, por exemplo, pelo desprezo e chacota a tudo o que sejam posições religiosas. Simultaneamente Deus e o Sagrado tornam-se passíveis de qualquer ironia mesmo que choque os crentes. De resto, pode ler-se na deliberação da ERC: “a religião não é um campo vedado à sátira humorística, sem prejuízo de a evocação de elementos religiosos feita naquele sketch poder perturbar ou até chocar algumas pessoas”. Para a ERC a Eucaristia e a Palavra de Deus e os sentimentos religiosos deixam de ser um bem jurídico merecedor de protecção pela Lei. Com efeito, este é um itinerário perigoso em direcção à ditadura do laicismo. Neste contexto a evocação da liberdade de expressão, destituída de limites e como argumento absoluto, acaba por se transformar num elemento repressivo, passando a coincidir com a intolerância. Além disso, quando não está em causa qualquer debate de ideias, se admite que no referido sketch a evocação dos elementos religiosos podem perturbar e chocar algumas pessoas e, ainda assim, se decide não intervir, verifica-se que a ERC demite-se precisamente do seu papel de regulador. Ao fazê-lo, a ERC permitiu que se subtraísse a dimensão sobrenatural da religião católica, desvalorizou-a, desprotegeu os seus crentes deixando-os ao livre arbítrio dos caprichos dos “humoristas de serviço”. O que será isto senão uma intolerância contra a religião católica? Dissolvido o respeito pela religião cai também a liberdade e a ideia de igualdade entre todos os homens.

A religião católica e a Fé não podem subordinar-se ao secularismo, nem à ditadura do relativismo. Na prática o escárnio impune aos símbolos religiosos, sob um falso argumento de liberdade de expressão, não é mais do que uma oculta perseguição religiosa. É tempo de tomarmos consciência de que a Igreja tem inimigos e os cristãos têm o dever de defender a sua Fé. Neste caso, foi o que fizeram. Aliás, é isto que têm vindo a fazer há mais de dois mil anos, com o seu exemplo e nalguns casos com o seu martírio.

Pedro Afonso

(se não acampanhou este caso, veja neste mesmo blog o post de 22 de Outubro 2008)

quarta-feira, dezembro 24, 2008

BENTO XVI: CRISE ECONÓMICA PODE AJUDAR A VIVER NATAL MELHOR


Bento XVI explicou nesta quarta-feira que o Natal «corre o risco de perder seu significado espiritual» e que a actual crise económica «pode ser um estímulo» para descobrir seu verdadeiro significado.

O Papa explicou o sentido desta «festa cristã universal», na qual «inclusive quem não se professa crente, de facto, pode perceber nesta celebração cristã anual algo extraordinário e transcendente, algo íntimo que fala ao coração», na catequese da audiência geral celebrada na Sala Paulo VI.

O Natal, afirmou, «é a festa que canta o dom da vida», o encontro «com um recém-nascido que chora em uma gruta miserável».

«O nascimento de uma criança deveria ser sempre um acontecimento que traz alegria» – acrescentou o Papa – e, contudo, não sempre é assim.

«Como não pensar em tantas crianças que ainda hoje vêem a luz em uma grande pobreza, em muitas regiões do mundo? Como não pensar nos recém-nascidos não acolhidos e rejeitados, nos que não chegam a sobreviver por falta de cuidados e atenção? Como não pensar também nas famílias que desejaram a alegria de um filho e não vêem realizada esta esperança?»

Neste sentido, o Papa pediu aos cristãos que no Natal «não pensem só em si mesmos, mas que se abram às expectativas e necessidades dos irmãos».

«Desta forma nos converteremos também em testemunhas da luz que o Natal irradia sobre a humanidade do terceiro milénio», uma luz «capaz de transformar nossa existência».

Neste sentido, afirmou, a actual crise económica pode ser um momento oportuno para redescobrir o significado desta festa, já que, «sob o impulso de um consumismo hedonista, infelizmente, o Natal corre o risco de perder seu significado espiritual para reduzir-se a uma mera ocasião comercial de compras e troca de presentes».

«As dificuldades, as incertezas e a própria crise económica que nestes meses tantas famílias estão vivendo, e que afecta toda a humanidade, podem ser um estímulo para descobrir o calor da simplicidade, da amizade e da solidariedade, valores típicos do Natal.»

Então, concluiu, «despojado das incrustações consumistas e materialistas, o Natal pode converter-se assim em uma oportunidade para acolher, como presente pessoal, a mensagem de esperança que emana do mistério do nascimento de Cristo».

«Fez-se pequeno para libertar-nos dessa pretensão humana de grandeza que surge da soberba; encarnou-se livremente para fazer-nos verdadeiramente livres, livres para amá-lo.»

No natal confluem, portanto, dois caminhos, sobre os quais o Papa convida à reflexão nestas festas: «por um lado, o dramatismo da história na qual os homens, feridos pelo pecado, estão permanentemente buscando a felicidade e um sentido satisfatório da vida e da morte». E por outro, «a bondade misericordiosa de Deus, que saiu ao encontro do homem para comunicar-lhe directamente a Verdade que salva e torná-lo partícipe de sua amizade e de sua vida», concluiu.

domingo, dezembro 21, 2008

Estatuto do Natal



Art. I: Que a estrela que guiou os Reis Magos para o caminho de Belém, guie-nos também nos caminhos difíceis da vida.
Art. II: Que o Natal não seja somente um dia, mas 365 dias.
Art. III: Que o Natal seja um nascer de esperança, de fé e de fraternidade.
Parágrafo único: Fica decretado que o Natal não é comercial e sim, espiritual.
Art. IV: Que os homens, ao falarem em crise, lembrem-se de uma manjedoura e uma estrela, que como bússola, apontem para o Norte da Salvação.
Art. V: Que no Natal, os homens façam como as crianças: dêem-se as mãos e tentem promover a paz.
Art. VI: Que haja menos desânimos, desconfianças, desamores, tristezas. E mais confiança no Menino Jesus.
Parágrafo único: Fica decretado que o nascimento de Deus Menino é para todos: pobres e ricos, negros e brancos.
Art. VII: Que os homens não sigam a corrida consumista de "ter", mas voltem-se para o "ser", louvando o Seu Criador.
Art. VIII: Que os canhões silenciem, que as bombas fiquem eternamente guardadas nos arsenais, que se ouça os anjos cantarem Glória a Deus no mais alto dos céus.
Parágrafo único: Fica decretado que o Menino de Belém deve ser reconhecido por todos os homens como Filho de Deus, irmão de todos!
Art. IX: Que o Natal não seja somente um momento de festas, presentes.
Art. X: Que o Natal dê a todos um coração puro, livre, alegre, cheio de fé e de amor.
Art. XI: Que o Natal seja um corte no egoísmo. Que os homens de boa vontade comecem a compartilhar, cada um no seu nível, em seu lugar, os bens e conquistas da civilização e cultura da humildade.
Art. XII: Que a manjedoura seja a convergência de todas as coordenadas das idéias, das invenções, das ações e esperanças dos homens para a concretização da paz universal.

Parágrafo único: Fica decretado que todos devem poder dizer, ao se darem as mãos: - FELIZ NATAL!!!

terça-feira, dezembro 16, 2008

Querem roubar-Te o Natal, Senhor.


Querem roubar-Te o Natal, Senhor.
Querem ficar com a festa,
mas não querem convidar o festejado.

Querem a árvore de Natal, mas esquecem a sua origem;
querem dar e receber presentes,
mas esquecem os que os Magos Te levaram a Belém;
querem cantos de Natal,
mas esquecem os que os Anjos Te cantaram naquela noite abençoada.
Até a São Nicolau o disfarçaram de "pai Natal".

Querem as luzes e o feriado, o peru e as rabanadas;
Querem a Ceia de Natal
mas já não vão à Missa do Galo,
nem Te adoram feito Menino nas palhinhas do Presépio.

Quando se lembram estas coisas e o facto que lhes deu origem
diz-se que "o Natal é todos os dias",
mas não se dispensa esta quadra de consumo e folguedos.

No meio de toda esta confusão deseja-se a paz e a fraternidade,
mas esquecem que só Tu lhes podes dar.

E a culpa de tudo isto ser assim… é também minha
que alinho nesta maneira pouco cristã de celebrar o teu nascimento.

Se desta vez eu der mais a quem tem menos
e comprar menos para quem já tem quase tudo…
se em vez de me cansar a correr de loja em loja
guardar esse tempo para parar diante de Ti…

Se neste Natal fores mesmo Tu a razão da minha festa…
as luzes e os cantos, o peru e as rabanadas, os presentes e a até o Pai Natal
me falarão de Ti e desse gesto infinito do Teu Amor
de teres viindo ao meu encontro nessa noite santa do teu Natal.

Rui Corrêa d'Oliveira

sábado, dezembro 13, 2008

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Natal


Natal é um conceito global, um catálogo de presentes de todas as sentimentalidades e mentiras burguesas, oportunidade de orgias desenfreadas para a indústria e o comércio, dos grandes artigos glamourosos das grandes lojas; cheira a latão brilhante, a agulha de pinheiro e gramofones, a entregadores de pacotes e carteiros supercansados, desesperados para voltar para casa, a festividade deslocada em salas burguesas sob uma árvore ornamentada; cheira a edições extras dos jornais e anúncios em profusão, em resumo, a milhares de coisas que me são detestáveis e contrárias e que me seriam mais indiferentes e ridículas se não estivessem abusando do nome do Salvador e da lembrança de nossos mais doces anos.
Herman Hesse

terça-feira, dezembro 09, 2008

Três plenários semanais ?

Vamos á nóticia :

O ex-líder parlamentar do PSD, Guilherme Silva, sugeriu esta terça-feira que os plenários da Assembleia da República se realizem apenas três dias por semana, às terças, quartas e quintas-feiras, “para evitar as faltas dos deputados”.

Guilherme Silva entende que as faltas à sexta-feira indicam que os deputados que estão deslocados de casa regressam às suas famílias mais cedo, o que poderia ser evitado com um reformulação da agenda da Assembleia da República. “É preciso não esquecer esta componente humana, uma vez que o Parlamento tem deputados de todo o país”, defendeu o social-democrata em declarações à TSF.

E agora á minha opinião :

Acho que é preciso ter uma grande falta de vergonha para fazer uma proposta destas num pais onde o desemprego e a fome cada vez é maior.

Ainda há- de chegar o dia em que os deputados podem saír às 5ªs ao meio dia e regressar às 3ªs depois do almoço .

Descrédito total.

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Banda Terceira Margem lançou o seu 2º CD



Ontem foi um dia feio e chuvoso.

Agarrei no meu carro e fui até Setúbal assistir ao lançamento do novo Cd dos meus amigos 3ª margem.

Logo que cheguei recebi as boas vindas por parte do Henrique (baixista da banda) que me fez de imediato esquecer o dia cinzento.

Entrei no Auditório onde ia ser o concerto e vi uma boa casa cheio de caras amigas, destacando um abraço apertado de um homem bom de nome D. Gilberto Canavarro Reis, o bispo da minha Diocese.

Começa o concerto que mostra logo aquilo que ja esperava, um grupo músical cada vez mais maduro e com novas músicas de louvor Aquele que mais amamos : Jesus Cristo.

"Meu Tudo" um bom trabalho com grande qualidade e que aconselho todos a ouvir .

(site da banda em : http://www.terceiramargem.pt/ )

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Banco Alimentar contra a fome


Na campanha de recolha do último fim-de-semana Bancos Alimentares Contra a Fome angariam 1.905 toneladas de alimentos

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram em Portugal no passado fim-de-semana mais de 1.905 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em 1119 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora e Beja, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Setúbal, S.Miguel .

O acréscimo de 19 % em relação a Dezembro do ano passado, numa campanha que apelou aos muitos heróis que com as suas contribuições fazem a diferença na vida de muitos milhares de pessoas carenciadas, suscitou uma enorme adesão tanto por parte do público, expressa nas quantidades doadas, como dos voluntários que quiseram colaborar. A actual crise que se vive no mundo, a que Portugal não escapa, conjugada com o acréscimo de preço dos bens alimentares registado ao longo do ultimo ano, tornam ainda mais necessária a acção dos Bancos Alimentares para minorar as carências alimentares que atingem muitas famílias. A campanha apelou, uma vez mais, à solidariedade de todos os portugueses mostrando que basta uma pequena contribuição de cada pessoa para, em conjunto, ser possível ajudar muitas pessoas necessitadas.

Os produtos alimentares constituem um bem de consumo particular, na medida em que deles depende a sobrevivência. A actual situação tem consequências dramáticas sobretudo para as pessoas mais pobres, nomeadamente os idosos, as pessoas desempregadas ou com empregos precários e as famílias numerosas.A combinação da solidariedade generosa dos portugueses e da eficácia comprovada da acção dos Bancos Alimentares Contra a Fome na tentativa de minorar aquelas carências demonstra que a sociedade civil se pode substituir com vantagem ao Estado na resolução de alguns dos problemas com que se confrontam as sociedades modernas, promovendo a inclusão social com proximidade e afectividade.