terça-feira, agosto 22, 2017

" Sem Fronteiras" com João Martins Bastos


 Londres, capital de Inglaterra e do Reino unido é a cidade que mais turistas recebe em toda a Europa (contra a maioria das ideias pré-concebidas que seria Paris). E não está no primeiro lugar deste TOP por acaso: A cidade de Londres alberga inúmeros monumentos, museus, universidades, entre outras atracções.

 Banhada pelo rio Thames (Tamisa em Português), Londres possui a mais antiga e a maior rede de metro do mundo, com cerca de 270 estações e mais de 400 km de linha férrea. A esfinge da foto faz parte de um par de esfinges que "guardam" a famosa Agulha de Cleópatra. As Agulhas de Cleópatra são dois Obeliscos egípcios, transladados para Londres e Nova York nos finais do século XIX. As esfinges foram construídas à posteriori mas colocadas na posição errada, pois deveriam estar de costas para o obelisco estando no entanto de costas para rio Thames e de lado para o obelisco. Dica: Londres é também conhecida como uma cidade cinzenta. Essa fama deve-se ao facto de ser uma cidade chuvosa e com poucos dias de céu descoberto ao ano. Levar um guarda-chuva na mochila é sempre uma excelente ideia.

Boa ideia também é levar a carteira bem recheada! Londres é uma cidade muito cara onde dificilmente se almoça num restaurante por menos de 20€.

quinta-feira, agosto 17, 2017

Chama Desperta



Há quem o faça por vingança,
Dinheiro e por louco instinto.
Tudo consome enquanto avança,
E o bosque recua até ser extinto.

Casas envoltas em chamas,
Inocentes sem roupa ou rumo.
Muitos não dormirão em camas
Com a esperança detrás do fumo.

Anos de subsistência queimados
Os momentos são de desespero.
Legados pelo fogo são levados,
Narrá-lo um inferno não é exagero.

Céus azuis revelam-se cinzentos,
A noite não chega perante o clarão.
Há bombeiros sem equipamentos
Deitados no solo pela exaustão.

São mais que catástrofes naturais,
É o nosso puro e simples abandono.
A terra precisa de cuidados anuais
Mesmo que não ela tenha um dono.

As governações são mal feitas,
Temos que limpar os terrenos.
Entre matos, árvores e colheitas
Para se usar há cada vez menos…


Meios e números são insuficientes,
E homens corajosos também caem.
As políticas mais que deficientes
A natureza e o próprio país traem.

Verde transformado em castanho,
Por uma gestão da floresta inimiga
Na face de um desastre tamanho,
Justiça existe mas já não castiga.

Ardem lares e gentes de vermelho,
Tanta destruição os animais afasta.
Lágrimas correm em cada conselho,
Mas não contam para a água gasta.

As comunicações são ineficazes,
Chegam tarde as ajudas solidárias.
Com a falta de mudanças capazes
No fim as resoluções são temporárias.

Trocas de aviões e bolsos cheios,
Muitos interesses sem fim à vista.
Anualmente fazem-se torneios,
Contra os incêndios e não lobistas.

Labaredas o meio regeneram
Mas não salvam as nossas falhas.
A ver se estas mentes alteram,
Mais soluções e menos medalhas!


Mauro Hilário

sábado, agosto 12, 2017

O comunismo e o sarampo

Aqui vos deixo o mais recente artigo de opinião do meu amigo Padre Gonçalo Portocarrero de Almada 

O comunismo tem todas as características das doenças: tem sintomas específicos, provoca reacções alérgicas, costuma ser incurável, é geneticamente transmissível e terrivelmente mortal. A saúde é um estado precário que não pressagia nada de bom, porque se perde quando se adoece. O que seja uma doença não é fácil dizer e, por isso, a comunidade científica não é unânime sobre este particular.

Alguns comportamentos, como ser canhoto, foram tidos por anormais e depois deixaram de o ser; houve doenças que, entretanto, se extinguiram, como parece ser o caso da peste bubónica; e outras patologias só foram diagnosticadas a finais do século XX, como a síndrome de Asperger.

Ler o artigo completo aqui : http://observador.pt/opiniao/o-comunismo-e-o-sarampo/