sábado, outubro 29, 2011

Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo


Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo, o que na prática significa que as mulheres portuguesas estão entre as que têm menos filhos.

Em média, cada mulher portuguesa tem apenas 1,3 filhos, muito abaixo do necessário para renovar a população. Este número encontra-se no Relatório sobre a Situação da População Mundial em 2011, feito pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) e que está a ser apresentado em várias capitais mundiais.

Numa altura em que a população mundial se prepara para chegar à barreira dos 7 mil milhões de habitantes, os especialistas salientam que nos países ricos as baixas taxas de fecundidade são uma preocupação.

Neste relatório, as Nações Unidas admitem que «a falta de mão-de-obra ameaça bloquear as economias de alguns países industrializados».

As baixas taxas de fecundidade significam menos pessoas a entrar no mercado de trabalho, numa tendência que põe em causa o crescimento económico e a viabilidade da segurança social.

Noticia TSF

Ministro afasta alteração à lei do Aborto

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, afastou, na passada quarta-feira, a possibilidade de alterar a lei do Aborto, pois embora reconheça os «custos significativos» que tem para o Serviço Nacional de Saúde. No final de um encontro onde o ministro falou sobre «O Futuro do Sistema de Saúde Português», um advogado presente na plateia questionou Paulo Macedo sobre as suas intenções quanto à actual lei da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). «O referendo resultou favorável à despenalização do aborto. O Estado tem promovido o aborto pagando a IVG. São 100 milhões de euros de despesa total com uma medida que, ainda por cima, contribui para a diminuição da natalidade. Tenciona alterar este regime ou manter», questionou. Paulo Macedo respondeu que essa foi uma decisão política com os custos inerentes à sua tomada e na qual não tenciona mexer. (....)

Noticia TVI 24

A minha opinião:

Como podemos ver nas duas notícias acima, Portugal é o 2º pais do mundo com a taxa de fecundidade mais baixa. Estamos em crise, um país em bancarrota onde teve que entrar o FMI, e .... o ministro Paulo Macedo diz que gastar mais de 100 milhões de euros em abortos" é um regime para manter."

Além de pouco inteligente é teimoso!

Cláudio Anaia


sexta-feira, outubro 28, 2011

Uma proposta para Portugal

Resumo

Este documento descreve uma proposta para ser implementada a partir do ano de 2012. Esta ideia tem como objectivo diminuir a economia paralela existente em Portugal.

1 Introdução

A economia paralela é constituída por um conjunto de atividades que não são registadas oficialmente escapando ao sistema fiscal nacional. Esta está dividida em três categorias: economia subterrânea (inclui produção de bens e serviços que foi ocultada das autoridades para evitar o pagamento de impostos e outros encargos), economia ilegal (inclui a produção de bens e serviços ilegais) e economia informal (inclui produção de bens para autoconsumo que não são declaradas devido à pequena dimensão da actividade).[2]

Portugal é um dos países onde a economia paralela mais tem crescido nos últimos 40 anos. Em 2009, esse valor era superior a 30 mil milhões de euros, o que representa um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) [4, 3]. É necessário tomar medidas para travar este aumento, que tem provocado grandes estragos à economia atual.

Este documento descreve uma possível medida a ser tomada no próximo ano para diminuir drasticamente a economia paralela em Portugal. Esta medida denomina-se de Lotaria de Faturas.

2 Descrição

A Lotaria de Faturas é uma medida já implementada na República da China [5, 6] para combater a evasão fiscal.

Quando é emitida uma fatura, é gerado um número que automaticamente fica habilitado ao concurso da lotaria feita para esse fim. Esta acção de venda

de produto ou serviço fará com que o cliente peça sempre a respetiva fatura, ou seja, quanto mais faturas o cliente adquirir, mais hipóteses tem de ganhar.

O sorteio será realizado mensalmente e haverá sempre prémios à semelhança da lotaria [1].

2.1 Implementação

Para implementar a lotaria de Faturas, numa primeira fase tem que ser criada uma aplicação web que gere números únicos associados a cada entidade. No futuro, todos os programas de faturação tinham de pedir esse número único à aplicação web. Desta forma garantia-se que os números fossem válidos e estivessem associados a uma entidade cruzando os dados das finanças e o dos números gerados.

3 Conclusão

A Lotaria de Faturas é uma medida que diminuirá a economia paralela que existe em Portugal. Premiando aqueles que solicitam a fatura, não haverá desculpa para que qualquer produto ou serviço seja emitido sem a mesma.

Hugo Monteiro

Referências

[1] Taiwan receipt lottery. http://www.tainanbulletin.com/taiwan-receipt- lottery/435.

[2] Eugénia Maria de Faria Carvalho. Economia gestão - economia paralela, Outubro 2008. http://eco-gest.blogspot.com/2011/03/economia-paralela.html.

[3] Friedrich Schneider. Using electronic payments systems to combat the shadow economy. The Shadow Economy in Europe, 2011.

[4] Rosa Soares. Economia paralela representa 24,2 por cento do pib português, Dezembro 2010. http://economia.publico.pt/Noticia/economia- paralela-representa-242-por-cento-do-pib-portugues1470241.

[5] Junmin Wan. The lottery receipt experiment in china. Faculty of Economics, Fukuoka University, Japan. http://www.econ.fukuoka-u.ac.jp/researchcenter/workingpapers/WP-2009-014.pdf.

[6] Junmin Wan. The lottery receipt. Faculty of Economics, Fukuoka Uni- versity, Japan, Março 2009. Prepared for the International Conference on Econometrics and the World Economy, Mar. 23-24, 2009, Fukuoka University.

quarta-feira, outubro 26, 2011

O Homem que disse a verdade na TV



Em Portugal, quem faz este papel é designado por "maluco ou louco" pelas classes de interesses instaladas.
Ora vejam, e não digam lá que eu não tenho razão....

domingo, outubro 23, 2011

Calculadora: Saiba qual o corte que vai sofrer no subsídio de férias e de Natal

O Orçamento do Estado que o governo entregou esta semana, na Assembleia da República, prevê cortes nos subsídios de férias e Natal dos funcionários públicos e pensionistas em 2012 e 2012.

O salário que será tido em conta para efeitos do corte no subsídio de férias e de Natal será a remuneração base mensal. Isto significa que o pagamento de subsídios de férias e de Natal será integralmente “suspenso” aos funcionários e trabalhadores do Estado cuja remuneração base mensal seja superior a 1.000 euros. Na prática, a pessoa até pode ganhar mais, mas se a sua remuneração base mensal for inferior a 1.000 euros não perderá integralmente os dois subsídios.

Já no caso dos funcionários que têm uma remuneração base mensal inferior a 1.000 euros, a fórmula para o cálculo do valor que vai receber será a seguinte: subsídio a receber = 941,75 – 0.94175 X remuneração base mensal.

Aqui fica uma calculadora ( clicar no link em baixo) , para saber em quanto será afectado. Se é funcionário público, basta introduzir a sua remuneração mensal bruta. Fica a saber quanto receberá do subsídio e que percentagem esse valor corresponde da sua remuneração.

Clicar AQUI para aceder a Calculadora


Fonte : Jornal de Negócios

quarta-feira, outubro 19, 2011

Calma e velocidade


Ao entrar no Museu, os Mobiles de Calder mostram “a velocidade lenta com que se move, a calma dessa velocidade, desse tempo”.

Parece que são, à partida, dois termos concorrentes e inconciliáveis. Ou se está calmo ou se anda em velocidade. Começa o ano de trabalho e fica para trás a calma das férias para entrar na velocidade do horário, da agenda, dos transportes. Ainda a ganhar velocidade (aí está) de cruzeiro, permanece a nostalgia de se ter perdido um tempo dourado de dias livres para serem ocupados com o que se quiser.

Mas se “Setembro é o mês de reunião e de comunhão”, seria um grande desafio para os leitores do Essejota conciliar algo que não é óbvio, mas que continua a ser tão necessário quanto possível. Um dia-a-dia veloz movido pela calma. Onde tudo o que acontece encaixa perfeitamente num espaço definido de liberdade e objectivos concretos que definem quem sou e o que quero ser.

Um espaço de contemplação de fins e metas, de segredos e desejos, de escuta de Palavras que só poderão ser as de Deus. Uma velocidade que não viva da calma e nela encontre a sua razão de ser, ficará como um conjunto de dias monótonos, que não trazem nada de novo. Se não podemos fugir da velocidade, façamos dela uma oportunidade de visitar constantemente novos campos de expansão da nossa bondade pessoal. Esta, na calma de quem sabe estar onde está, porque sabe com Quem está.

António Valério sj

sábado, outubro 15, 2011

Afinal, por que foi preciso cortar salários e pensões?

Num mês, o governo mudou de estratégia e vai adoptar no Orçamento do Estado para 2012 um plano de consolidação orçamental que depende em grande medida de cortes em salários na função pública e nas pensões. O anúncio chegou na quinta-feira, com uma comunicação ao País do primeiro-ministro, que garantiu não ter outra hipótese.

Contudo, ainda há um mês, no documento de estratégia orçamental, esse caminho não era sequer admitido. Afinal o que justifica a necessidade dos novos cortes que, em conjunto, podem valer mais de dois mil milhões de euros?

Do ponto de vista de estratégia há uma alteração central: ao contrário do inscrito no documento de estratégia orçamental, o Governo apostará no OE na minimização de riscos para a execução de 2012. Por exemplo, em vez de previsões de receitas de venda de património e ou de poupança incertas que estava a planear, Vítor Gaspar impôs agora cortes certos nos salários e pensões, uma das variáveis mais eficientes na consolidação orçamental – mais até que o aumento de impostos, especialmente em ano de recessão.

Ao que o Negócios conseguiu apurar, no documento de estratégia orçamental (DEO) o Governo inscreveu previsões de receitas de alienação de património avaliadas em cerca de 300 a 400 milhões de euros, e estimou de poupanças com consumos intermédios e reestruturações na máquina do Estado (institutos, sector empresarial, etc) na ordem dos 1500 milhões de euros.

Ora, de final Agosto para cá o Governo passou a considerar que estes quase dois mil milhões de euros terão de ser garantidos por outra via. Os salários e as pensões foram a solução encontrada. Acresce que, face ao DEO, o Governo diz que foi ainda surpreendido com uma factura com que não contava, conta uma fonte governamental: tratam-se dos juros associados a empréstimos que o Estado assumiu relativos ao BPN e a outras empresas públicas e que, segundo afirmou Pedro Passos Coelho no Parlamento, poderão ascender a 800 milhões de euros. Ao todo são quase três mil milhões de euros que é preciso colmatar.

“É um seguro contra todos os riscos”, explica uma fonte governamental. “Assumiu-se que algumas poupanças e receitas pura e simplesmente seriam impossíveis”, diz outra fonte governamental. “Gaspar está a dizer que afinal não pode confiar nas poupanças do PREMAC (Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado)”, garante ainda uma outra fonte, esta da área socialista e pertencente ao anterior executivo.

O Negócios sabe ainda que, nas contas do Ministério das Finanças, está ainda uma degradação mais grave que a assumida até agora na conjuntura económica, o que é um risco adicional à execução orçamental do próximo ano.

Derrapagem este ano está contida

Dada a violência das medidas anunciadas esta semana houve quem considerasse que a derrapagem orçamental anunciada pelo Governo em Julho poderia ser ainda maior que o esperado, forçando assim a consolidação orçamental adicional em 2012. Essa hipótese é contudo excluída pelos especialistas ouvidos pelo Negócios.

Entre os peritos ouvidos, admite-se que o agravar da situação económica explique uma segunda metade deste ano pior que o esperado em termos de receitas fiscais. E também que 2012 seja, ao nível das receitas, um ano muito arriscado para a execução orçamental, dada a degradação da situação económica interna e externa. Mas, ainda assim, ninguém admite desvios significativos para lá dos dois mil milhões de euros estimados pelo Governo e validados pela troika (e já acautelados no DEO).

“Não há nada nos números de execução que indique uma derrapagem orçamental que justifique as medidas anunciadas”, diz Paulo Trigo Pereira, professor do ISEG, especialista em Finanças Públicas, e que tem seguido a execução orçamental mês a mês. Trigo Pereira considera que este é um sinal de má governação: para ele o Governo está a admitir que não conseguirá as poupanças que se comprometeu com a reforma do Estado – “até agora não fizeram nada” – optando pelo caminho mais fácil e cego: os salários e pensões.

“É difícil de perceber o que justifica medidas desta dimensão”, reconhece, por outro lado, Nuno de Sousa Pereira, que já foi director-geral no ministério das Finanças. “É possível que a informação de Setembro tenha dado conta de uma queda muito forte nas receitas fiscais”, admite, vaticinando que 2012 será “dramático” ao nível da receita fiscal. Mesmo assim, não encontra explicação nos dados conhecidos até agora para medidas tão drásticas como as que foram anunciadas.

Ambos os especialistas esperam pelo Orçamento para perceber melhor a estratégia do Governo. É também claro para o conjunto de peritos ouvidos que, para além do agravar da situação económica, 2012 tem ainda outro grande risco orçamental de grande dimensão: problemas adicionais no sector empresarial do Estado

Fonte : Jornal Económico

sexta-feira, outubro 14, 2011

Função Pública sem subsídios de Férias e Natal até 2013




Os funcionários públicos e os pensionistas do Estado vão ficar sem subsídio de férias e de Natal.

Pedro Passos Coelho acabou de anunciar que o pagamento do 13º e do 14º mês vai ficar suspenso durante a vigência do programa de ajustamento, ou seja, até 2013. A medida visa tanto os trabalhadores no activo como os reformados que recebem pensão pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) e atinge todos os salários superiores a 1.000 euros mensais.

Quem tiver rendimentos entre o salário mínimo - 485 euros - e os 1.000 euros será alvo de uma taxa progressiva que, na prática, vai corresponder à perda de um subsídio.

No discurso ao País, Pedro Passos Coelho argumentou que a derrapagem orçamental da primeira metade do ano vai obrigar a um "esforço redobrado" para cumprir as metas do défice. Nesse sentido, o Governo decidiu avançar com medidas fortes e estruturais a partir do próximo ano, tais como a de cortar o 13º e 14º meses à Função Pública.


quarta-feira, outubro 12, 2011

Cada hora de TV reduz esperança de vida até 22 minutos

Ver demasiada televisão é tão perigoso como fumar ou ter excesso de peso, um "comportamento sedentário" que deve ser abordado como um "problema de saúde pública". Estas são as conclusões extraídas de um estudo segundo o qual qualquer pessoa que passe seis horas por dia em frente à TV corre o risco de morrer cinco anos mais cedo que indivíduos mais activos.

No decorrer de um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine, J Lennert Veerman e os seus colegas analisaram os resultados de um inquérito feito a 11.247 australianos, em 1999 e 2000, sobre quantas horas de televisão viam por dia, e os níveis de mortalidade na Austrália. O grupo de cientistas desenvolveu um modelo que comparou a esperança de vida para adultos que vêem televisão com a daqueles que não se sentam em frente à "caixa mágica". Conclusão: por cada hora passada em frente à TV, a esperança de vida cai 21,8 minutos, o que representa menos 4,8 anos de vida para as pessoas que passam seis horas do seu dia a ver televisão.

"O tempo que se passa a ver TV pode ter consequências para a saúde que rivalizam com as causadas por falta de actividade física, obesidade e tabaco", escreveram os peritos da Universidade de Queensland, Austrália, citados pelo Daily Telegraph, defendendo que se devem recolher mais provas e avançar com alertas de saúde pública que recomendem aos adultos que reduzam o tempo que passam em frente à televisão, à semelhança das campanhas que já existem relativamente às crianças.

segunda-feira, outubro 10, 2011

Instituto do Cancro da Mama - Pedido importante !



O Instituto do Cancro da Mama está com uma importante campanha.
Cabe a nós atendermos sua solicitação e ampará-lo .

Vamos manter o site do cancro da mama? Não custa nada.

O site do cancro da mama está com problemas pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a quota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixa rendimento.

Demora menos de um segundo ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz 'Campanha da Mamografia Digital Gratuita'.

Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.

Para ires ao site
clica aqui

terça-feira, outubro 04, 2011

sábado, outubro 01, 2011

Outubro


O mês de Outubro confirma o que Setembro nos propõe. Aquilo que Setembro já não é - já não é tempo de férias -, mas, também, ainda não parece ser - às vezes, não parece que o trabalho tomou o nosso tempo - convida-nos a entrar em Outubro e a acolher aquilo que nos é proposto no nosso tempo comum.

Com um novo olhar, revemos rostos, revisitamos locais do nosso quotidiano, retomamos conversas. E, principalmente, tomamos consciência daquilo que nos é pedido.

Ao pensar nisto, recordei-me de um artigo, que li há já algum tempo, de Jean-Louis Chrétien. Houve um parágrafo que me tocou particularmente: «Apenas um viajante sem bagagem pode empreender uma viagem livre em direcção ao que verdadeiramente interessa, pois apenas ele, que se sabe pobre, pode ousar pedir e ousar receber e apenas ele, que se sabe fraco, não possuindo força, a inventa e a procura, para a poder dar. Assim, eu não terei que me questionar se serei suficientemente corajoso, suficientemente paciente, suficientemente inteligente para tal tarefa ou para tal acção, mas, apenas, se tal tarefa é necessária e tal acção requerida.»

Uma proposta clara de uma vida de humildade que começa no interior e não nos pede senão que nos conheçamos em verdade. A coragem de assim nos conhecermos torna-nos livres, pois sabemos que não há força, nem virtude, nem talento de que sejamos proprietários e nos quais nos possamos fazer fortes por nós mesmos. «O humilde é aquele que tem confiança de que receberá o suficiente para comer se o caminho que faz é verdadeiramente o seu, em vez de preparar toda a vida provisões para uma viagem que não fará jamais.»

O essejota.net desta quinzena, nas suas secções, convida-nos a aproximarmo-nos dos outros e a prepararmo-nos para acolher as suas limitações e qualidades, em humildade. E confiar, também, no seu acolhimento. E, desta forma, estarmos prontos para percorrer o nosso caminho, aquele que é verdadeiramente nosso, realizando aquilo que nos é pedido, por isso mesmo, porque é necessário e nos é requerido.

Margarida Corsino da Silva