" O país está, por estes dias, invadido pela aceleração da morte por via de legisladores apressados, sôfregos, em regime de trocas político-partidárias, que querem ver legalizada a eutanásia, a que hipocritamente chamam morte clinicamente assistida.
Eis o estertor de uma cultura de morte que completa o seu ciclo indigno: da criança por nascer que morre sem ser ouvida, ao velho que se descarta numa lógica utilitarista porque é um peso para outros e, por fim, à morte a pedido, sabe-se lá em que condições. Dizem-nos, ufanos, que é um acto de dignidade e uma expressão de liberdade! E há quem nisso acredite, levado pela onda corrosiva do relativismo e do individualismo"
Veja o artigo completo AQUI
