quinta-feira, março 28, 2019
Azeite português o melhor do mundo!
Foram a concurso 164 azeites
O azeite Oliveira da Serra foi eleito o melhor azeite do mundo, na categoria de Frutado Verde Ligeiro, no concurso internacional Mario Solinas Quality Award
A marca voltou a ser distinguida no concurso que é organizado pelo Conselho Oleícola Internacional (COI) e que é um dos mais prestigiados a nível internacional na matéria. Na edição deste ano foram a concurso 164 azeites, de 13 países diferentes. 37 dos azeites a concurso eram portugueses.
A votação esteve a cargo de um painel internacional de júris provadores que classificaram os azeites de acordo com as suas sensações olfativas, gustativas e retronasais. No mesmo concurso, Oliveira da Serra foi finalista com primeiro e segundo lugares também na categoria de Frutado Verde Ligeiro.
Fonte: Jornal I
segunda-feira, março 25, 2019
É destas noticias que eu Gosto!
Refugiado de 8 anos é campeão de xadrez em Nova Iorque. E era sem-abrigo.
Tani venceu um campeonato infantil um ano depois de ter começado a jogar, numa escola de Nova Iorque. Família, oriunda da Nigéria, vivia num centro para sem-abrigo e, agora, uma angariação de fundos permitiu-lhes encontrar casa. Até Bill Clinton reagiu à notícia.
Tanitoluwa Adewumi é um campeão de xadrez norte-americano com oito anos de idade. O menino é, também, um refugiado proveniente da Nigéria, de onde fugiu com a família para escapar ao Boko Haram. Tanitoluwa venceu um campeonato de xadrez em Nova Iorque e, ao ser noticiado o feito, soube-se também que este vive há dois anos num centro de acolhimento para pessoas sem-abrigo, com a família. Um professor da escola onde Tanitoluwa estuda elogiou o intelecto e aptitude do menino, explicando que “passou de alguém que não jogava ao melhor jogador num ano” e que “isso é inédito”. “Tudo isto enquanto vive num centro para sem-abrigo”, acrescentou, citado pela BBC.
A vitória de Tani foi até celebrada por Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, nas redes sociais.
quinta-feira, março 21, 2019
"A idolatria do dinheiro torna-se ferrugem...."
A idolatria do dinheiro torna-se ferrugem, imagem invertida da eternidade, dando forma a um gesto de rejeição, ou uma manifestação de desconhecimento, de Deus. Conhecer a Deus, amar a Deus, é fazer justiça ao pobre e oprimido.
Abra-se o Novo Testamento na Carta de Tiago (5,1-6), texto de teor moral com claras marcas judaicas: E agora vós, ó ricos, chorai em altos gritos por causa das desgraças que virão sobre vós. As vossas riquezas estão podres e as vossas vestes comidas pela traça. O vosso ouro e a vossa prata enferrujaram-se e a sua ferrugem servirá de testemunho contra vós e devorará a vossa carne como o fogo. Entesourastes, afinal, para os vossos últimos dias! Olhai que o salário que não pagastes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos está a clamar; e os clamores dos ceifeiros chegaram aos ouvidos do Senhor do universo! Tendes vivido na terra, entregues ao luxo e aos prazeres, cevando assim os vossos apetites… para o dia da matança! Condenastes e destes a morte ao inocente, e Deus não vai opor-se? Eis uma advertência vigorosa aos abastados cuja riqueza advém da exploração dos trabalhadores.
A acumulação de riquezas é reduzida a nada aos olhos de Deus, um amontoado de coisas em decomposição e sem futuro. A ferrugem do ouro e da prata, intensificada pela falta de uso, é o sinal da inexorável e corrosiva passagem do tempo. O imenso tesouro terreno é a prova de um pecado apontado noutras passagens da Bíblia, particularmente no Antigo Testamento (Dt 24,14-15). Aí encontramos a denúncia de que a observância religiosa por parte de quem oprime os trabalhadores é uma falsa adoração a Deus. Por isso se lê no livro profético de Isaías: “no dia do vosso jejum só cuidais dos vossos negócios e oprimis todos os vossos empregados” (58,3b).
Para ver o artigo completo, clique AQUI
quarta-feira, março 06, 2019
SER CONSERVADOR OU PROGRESSISTA? OPTAR POR SER PRESENTISTA !
Como em qualquer grupo social, também nas pessoas da Igreja há orientações diversas. Umas tendem mais para o futuro, o progresso e as novidades; outras sentem-se melhor no que é tradicional, no passado e nos seus valores. É claro que não há mal algum em ser progressista ou conservador, direitista ou esquerdista, aos mais diversos níveis: social, político, desportivo, litúrgico, eclesial...
O fundamental é o equilíbrio, evitando radicalismos populistas, em que se perde a sensatez e se quebra a unidade.
Então passa-se para o extremismo de alguém se considerar dono absoluto da verdade, achando ser imperativo combater os que pensam e agem diferentemente. Que mal há em ser conservador ou progressista? Será pecado ter saudades do passado? Poderá ser criminalizado quem tem ânsias de futuro? Certamente que não. É um dever social e eclesial facilitarmos que cada um e cada grupo seja livre nos seus gostos, tendências e opções. O meu respeito pelos que divergem de mim credibiliza o que penso e escolho. Fazer guerra às diferenças de julgar e de agir demostra a própria insegurança e só cria radicalismos que levantam muros, quando deveríamos todos construir pontes. Vêm-me estas considerações a propósito de uma certa onda de oposição ao Papa Francisco. Trata-se de um relativamente pequeno grupo, mas que levanta alto a sua voz, como sendo os puros católicos, nostálgicos de um modelo rígido de ortodoxia, de regras e práticas com a solidez dos tempos dos nossos avós. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, nem que seja o Rei ou o Papa. Todos temos o direito de gostar muito, pouco ou nada do perfil e estilo de Paulo VI ou de João Paulo II, de Bento XVI ou de Francisco. Mas o mandamento cristão de amar o próximo é vinculativo: «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei.» (Jo 15,12)
E a obediência eclesial não pode estar vinculada a gostos, modas ou sim/antipatias. Cristo identifica-Se com a autoridade da hierarquia da Igreja: «Quem vos ouve, a Mim ouve; e quem vos despreza, a Mim despreza.» (Lc 10,16) As vozes que se têm feito ouvir contra o atual “servo dos servos de Deus” Francisco, dão a sensação de inventar a definição dogmática da sua própria infalibilidade. A infalibilidade antipontifícia que nenhum Concílio poderá definir. Parafraseando Santa Teresa de Jesus, a verdade só pode estar na humildade, e não em acusações retóricas como a do Arcebispo Carlo Maria Viganò, exigindo a demissão do Papa Francisco. Perante os nostálgicos que querem voltar à Igreja do antigamente ou os que pretendem sonhar utopicamente com o catolicismo do futuro, importa ter a coragem de responder aos desafios do presente. É no hoje que habita Deus; hoje é o Belém em que Cristo nasce; hoje é o Cenáculo do Pentecostes do Espírito Santo. Nem conservadorismo nem progressismo. Presentismo.
Pe. Manuel Morujão, SJ
Então passa-se para o extremismo de alguém se considerar dono absoluto da verdade, achando ser imperativo combater os que pensam e agem diferentemente. Que mal há em ser conservador ou progressista? Será pecado ter saudades do passado? Poderá ser criminalizado quem tem ânsias de futuro? Certamente que não. É um dever social e eclesial facilitarmos que cada um e cada grupo seja livre nos seus gostos, tendências e opções. O meu respeito pelos que divergem de mim credibiliza o que penso e escolho. Fazer guerra às diferenças de julgar e de agir demostra a própria insegurança e só cria radicalismos que levantam muros, quando deveríamos todos construir pontes. Vêm-me estas considerações a propósito de uma certa onda de oposição ao Papa Francisco. Trata-se de um relativamente pequeno grupo, mas que levanta alto a sua voz, como sendo os puros católicos, nostálgicos de um modelo rígido de ortodoxia, de regras e práticas com a solidez dos tempos dos nossos avós. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, nem que seja o Rei ou o Papa. Todos temos o direito de gostar muito, pouco ou nada do perfil e estilo de Paulo VI ou de João Paulo II, de Bento XVI ou de Francisco. Mas o mandamento cristão de amar o próximo é vinculativo: «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei.» (Jo 15,12)
E a obediência eclesial não pode estar vinculada a gostos, modas ou sim/antipatias. Cristo identifica-Se com a autoridade da hierarquia da Igreja: «Quem vos ouve, a Mim ouve; e quem vos despreza, a Mim despreza.» (Lc 10,16) As vozes que se têm feito ouvir contra o atual “servo dos servos de Deus” Francisco, dão a sensação de inventar a definição dogmática da sua própria infalibilidade. A infalibilidade antipontifícia que nenhum Concílio poderá definir. Parafraseando Santa Teresa de Jesus, a verdade só pode estar na humildade, e não em acusações retóricas como a do Arcebispo Carlo Maria Viganò, exigindo a demissão do Papa Francisco. Perante os nostálgicos que querem voltar à Igreja do antigamente ou os que pretendem sonhar utopicamente com o catolicismo do futuro, importa ter a coragem de responder aos desafios do presente. É no hoje que habita Deus; hoje é o Belém em que Cristo nasce; hoje é o Cenáculo do Pentecostes do Espírito Santo. Nem conservadorismo nem progressismo. Presentismo.
Pe. Manuel Morujão, SJ
sábado, março 02, 2019
E foi assim....
Resultado final :
FC Porto 1 SL Benfica 2
Vê o resumo dos jogo AQUI : https://www.youtube.com/watch?v=wSEcdjoVZRI
FC Porto 1 SL Benfica 2
Vê o resumo dos jogo AQUI : https://www.youtube.com/watch?v=wSEcdjoVZRI
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