segunda-feira, julho 30, 2018
sexta-feira, julho 27, 2018
Eclipse total da Lua mais longo do século é hoje às 21h22
O eclipse total da Lua mais longo do século ocorre esta sexta-feira, com Portugal a 'apanhar' o fenómeno a meio porque a Lua nasce numa altura em que já está totalmente na sombra da Terra.
O eclipse lunar total, que terá uma duração de cerca de uma hora e 45 minutos, pode ser observado a partir da Austrália, Antártida, Ásia, África, Médio Oriente, Europa, América do Sul, sul do Oceano Pacífico, Oceano Índico e Oceano Atlântico, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
Durante o eclipse, o maior até 2100 em termos de duração, segundo o diretor do OAL, Rui Agostinho, a Lua ganhará uma tonalidade vermelha em resultado da luz projetada no espaço pelo Sol. Em Portugal, a Lua nasce às 20.47 horas e o meio do eclipse (que corresponde ao máximo do eclipse visível) acontece às 21.22 horas. O pôr-do-Sol ocorre às 20.52 horas.
Para o fenómeno ser observável, o céu tem de estar limpo e a linha de horizonte, a nascente, desimpedida. Por definição, o eclipse total da Lua ocorre quando "a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, de forma a projetar a sua sombra na Lua, e a Lua atravessa completamente a sombra da Terra", refere o OAL no seu portal.
O eclipse lunar acontece quando coincidem a fase de Lua cheia e a passagem da Lua pelo seu nodo orbital. Por norma, ocorrem dois eclipses do Sol e da Lua por ano. Em 2018, houve um primeiro eclipse total da Lua em 31 de janeiro, mas não foi visível na Europa Ocidental. Hoje, também acontece um outro fenómeno: Marte vai estar alinhado em linha reta com o Sol e a Terra e, por isso, estará mais brilhante do que o habitual. Este alinhamento cósmico chama-se oposição de Marte e acontece a cada dois anos, um mês e 18 dias.
segunda-feira, julho 23, 2018
“A Bebedeira passa, o resto não”
Na passada sexta feira foi lançada uma nova campanha, para combater de ingestão excessiva de bebidas alcoólicas entre os jovens.
Esta campanha vem na sequência de os dados do INEM indicarem que, em 2017, mais de 1.200 menores de idade entraram em coma alcoólico. A campanha chamada “a bebedeira passa, o resto não” pretende espalhar a mensagem através de 15 mil cartões que vão ser distribuídos pelos jovens nas noites de Lisboa, Albufeira e Porto.
Foi também lançado dois vídeos de 30 segundos ( ver em baixo) que vai circular pelas redes sociais, onde podem ser vistos alguns dos perigos relacionados com o consumo de álcool. A campanha visa "alertar os jovens para as consequências do consumo do álcool, não só nos efeitos nocivos para a saúde, mas também para a sua segurança", segundo explicou a secretária de Estado adjunta e da Administração Interna
Esta campanha vem na sequência de os dados do INEM indicarem que, em 2017, mais de 1.200 menores de idade entraram em coma alcoólico. A campanha chamada “a bebedeira passa, o resto não” pretende espalhar a mensagem através de 15 mil cartões que vão ser distribuídos pelos jovens nas noites de Lisboa, Albufeira e Porto.
Foi também lançado dois vídeos de 30 segundos ( ver em baixo) que vai circular pelas redes sociais, onde podem ser vistos alguns dos perigos relacionados com o consumo de álcool. A campanha visa "alertar os jovens para as consequências do consumo do álcool, não só nos efeitos nocivos para a saúde, mas também para a sua segurança", segundo explicou a secretária de Estado adjunta e da Administração Interna
quarta-feira, julho 18, 2018
40 graus na Sibéria e 30 graus na Noruega: onda de calor quase planetária surpreende especialistas
Na Sibéria verificam-se temperaturas que nunca foram registadas.
O mesmo se passa no Canadá, na Irlanda e no Reino Unido. Nas geografias onde o calor é normal, as temperaturas não param de bater recordes. Grandes ondas de calor dispararam novamente os alarmes em todo o mundo nos últimos dois meses, depois de as temperaturas terem subido em regiões onde isso não era suporto. Uma das situações mais extremas foi registada no norte da Sibéria, onde o mês passado foi o mais quente em mais de um século, de acordo com o Centro Hidro-meteorológico da Rússia. Em junho, a temperatura média de toda a região foi oito graus acima do que é normal, e o calor intenso esteve presente excecionalmente também na primeira semana de julho.
Situações extremas de calor também foram registadas nos últimos 60 dias em regiões frias como a Escandinávia, o Reino Unido, a Irlanda e o Canadá. Os especialistas concordam que estes acontecimentos climáticos se encaixam nos cenários previstos pela comunidade científica como consequência do aquecimento global. Mas são necessários mais estudos para ligar diretamente um episódio específico à mudança climática, alertam.
Veja a noticia,completa AQUI
domingo, julho 15, 2018
Aproveite para visitar Museus e Palacios ... sem gastar dinheiro !!
Visite os Museus e Monumentos sob tutela da Direção-Geral do Património Cultural todos os Domingos e feriados, até às 14h00.
As entradas são gratuitas um dia por semana para todos os cidadãos residentes em território nacional. Tem AQUI a lista dos locais que pode visitar gratuitamente.
A cultura, pode ser Grátis. E tem muito por onde escolher.
quinta-feira, julho 12, 2018
Mundial do Catar será jogado em novembro e dezembro de 2022
A próxima edição do Mundial, no Catar, será realizada entre 21 de novembro e 18 de dezembro, reafirmou esta sexta-feira o presidente da FIFA.
Na conferência de imprensa de balanço ao torneio que termina agora na Rússia, Gianni Infantino referiu que a alteração no calendário deve-se ao facto de não ser possível jogar futebol no Catar em junho e julho. No país do Médio Oriente, as temperaturas no verão ultrapassam frequentemente os 40 graus. Segundo o presidente da FIFA, as federações já estão a par desta decisão e "irão adaptar os seus calendários".
Infantino referiu que, a nível de organização, o Mundial da Rússia foi o melhor de sempre. Dentro de quatro anos, no Catar, deverão entrar em competição 48 seleções, uma hipótese que está a ser estudada.
Marca já na tua agenda !! :)
domingo, julho 08, 2018
Livro : Como será o futuro e porque depende de nós ?
O que têm em comum os automóveis sem condutor, os serviços on-demand, a inteligência artificial e a desigualdade de rendimentos?
Todos indicam, de forma inequívoca, que estamos a caminhar desordenadamente para um mundo dominado por tecnologias que não compreendemos bem e que temos razões para temer. Tim O’Reilly é um dos observadores mais atentos das tecnologias emergentes, tendo sido considerado «o oráculo de Silicon Valley» pela revista Inc. e «o trend spotter» pela revista Wired. Em Como Será o Futuro coloca a hipótese incómoda de as tecnologias que criámos nos virem a controlar a nós, humanos, no futuro. Acredita na possibilidade de o mundo vir a ser dominado por máquinas hostis às pessoas, e que os sistemas que estamos actualmente a construir contribuem para isso.
Como estão as tecnologias do século XXI a mudar os negócios, a educação, os governos, os mercados financeiros e a economia no seu todo? Como podemos controlar essas mudanças? Que decisões podemos tomar para promover um mundo em que queiramos viver? O’Reilly recorre às técnicas pioneiras que utilizou na previsão e interpretação de vagas de inovação anteriores e aplica-as às «tecnologias “WTF» do século xxi. Retirando lições de plataformas como Amazon, Google, Facebook, AIrbnb, Uber e Lyft, demonstra que a economia e os mercados financeiros são cada vez mais geridos por algoritmos e demonstra que a desigualdade de rendimentos, o declínio da mobilidade ascendente e a perda de postos de trabalho devido a avanços tecnológicos resultam de escolhas conscientes que temos vindo a fazer.
Devemos reescrever os algoritmos relativos à economia se quisermos criar um futuro mais centrado nas pessoas. Depende de todos nós assegurar que as novas tecnologias são causa, não de consternação, mas de assombro. “Em WTF?, ele dá uma vez mais um salto em frente, mostrando-nos o que vai ser considerado normal daqui a dez anos.» Seth Godin, autor de A Tribo
Tim 0’ Reilly é o fundador e CEO da O’Reilly Media, a empresa que providencia há 35 anos os conhecimentos necessários aos que querem entrar na corrida ao ouro de Silicon Valley. A empresa disponibiliza ensino à distância, publicações e conferências, e tem liderado a discussão de sucessivas vagas de inovação tecnológica. Tim é também sócio da O’Reilly AlphaTech Ventures, um fundo de capitais de risco para empresas em fase de arranque, e está na administração de Code for America, Maker Media, Peer J, Civis Analytics, e Pop Vox.
Editora : DOM QUIXOTE
segunda-feira, julho 02, 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)


