segunda-feira, agosto 05, 2013
Movimentos cristãos pedem defesa dos direitos dos trabalhadores
A «crise económica e financeira provocou a perda de direitos sociais que tinham sido conquistados e um aumento do desemprego e da precariedade do emprego», considera o Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC).
Ausência de proteção social adequada, «situações de escravatura» de imigrantes, «salários míseros e turnos de trabalho intermináveis» de empregadas domésticas, além de falta de perspetivas de futuro para os jovens, foram algumas das denúncias apontadas num seminário que decorreu na Alemanha.
Os 163 delegados de 44 organizações cristãs nacionais de trabalhadores, incluindo uma representação de Portugal, sublinham que o desrespeito pelos «direitos fundamentais» deve-se a «um modelo económico contrário aos direitos sociais», a par de uma cultura sem «fraternidade» nem «solidariedade».
A declaração final do seminário pede à comunidade política internacional que «desenvolva políticas de uma distribuição justa da riqueza económica, social e cultural», assegurando também «um rendimento mínimo universal, que permita a subsistência a milhões.
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