Sempre gostei de pessoas de quem os outros habualmente falam mal. Uma vez que, na maioria dos casos, estas pessoas têm conteúdo. Algo, invejado por esses que criticam .
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Ser criticado
Sempre gostei de pessoas de quem os outros habualmente falam mal. Uma vez que, na maioria dos casos, estas pessoas têm conteúdo. Algo, invejado por esses que criticam .
Bolas de Manteiga

Uma querida colega de trabalho, tem um blog muito interessante e que aconselho todos a irem ver :
http://www.bolasdemanteiga.blogspot.com/
Vai valer a pena ! :)
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
O capitalismo assenta na premissa infantil ....

O capitalismo assenta na premissa infantil de que por serem gulosos todos os Homens vão à Versalhes.
sábado, fevereiro 25, 2006
Agressividade e Violência
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Caricaturas da Polémica
A polémica sobre as caricaturas não pára .Se acho que se tem que respeitar os defensores de Maomé, estes tem que entender que não faz sentido tanta desgraça e mortes para defender a sua causa.
Aqueles que se dizem religiosos terão definitivamente perceber que Deus é sinónimo de Amor .
Outras Declarações sobre este tema :
" Eis a onde se chega na estrada do politicamente correcto: a intolerância religiosa não é de quem quer proibir os "cartoons", mas de quem os publica!"
Miguel Sousa Tavares
"A história das caricaturas dinamarquesas é extremamente simples e começa e acaba numa linha: é uma questão de liberdade. Ou há, ou não há. O que é novo e precupante são as toalhas de palavras e justificações que começam a ocultar o que devia ser absolutamente simples e onde qualquer palavra a mais é demais."
José Pacheco Pereira
Qualquer semelhança com a realidade

Esta é uma história verídica: uma amiga estacionou o seu carrito em cima da passadeira e foi à sua vida. Passadas duas horas, quando regressou, tinha o mesmo todo riscado e com o braço do limpa-vidros traseiro totalmente destruído. No pára-brisas encontrava-se uma notinha que dizia apenas (em letra feminina): Deve julgar que os peões têm asas.
Não estacione na passadeira!!!.Imaginamos uma senhora, na casa dos 40, a atravessar a passadeira. Quando está a chegar ao passeio, repara que um carro lhe bloqueia o caminho. Furiosa com o transtorno, pensa para com os seus botões: "Que falta de civismo. Isto é uma vergonha. As pessoas não se sabem comportar e são uns incivilizados. Ah, mas isto não fica assim! Em vez de chamar a polícia, vou arrancar aqui o braço do limpa-vidros e riscar o carro todo deste selvagem".Esta pequena história, para além de dizer muito da vida sexual desta senhora, tem uma moral curiosa.
Substituam o carro por um cartoon, a passadeira pelo respeito às convicções religiosas e o braço do limpa-vidros por uma embaixada estrangeira. Curioso não é? Agora imaginem que o nosso MNE estava ali no café mesmo em frente e tinha visto todo o episódio.
Obviamente, diria apenas: "Não se deve estacionar o carro de qualquer maneira, já que o estacionamento à balda é licencioso". No dia seguinte, o marido da senhora diria aos vizinhos: "O Freitas é um gajo fixe. Já agora, e muito a propósito, gostaria de vos comunicar que estive a fazer umas contas e descobri que o Holocausto e o buraco no défice nunca existiram".
Victor Lazlo
domingo, fevereiro 19, 2006
Filme da Semana : Munique
Em Setembro de 1972 um ataque terrorista sem precedentes ocorre nos Jogos Olímpicos de Verão, em Munique. Um grupo extremista Palestiniano invadiu a Aldeia Olímpica, matando dois membros da equipa Olímpica Israelita e capturando nove elementos como reféns. Avner, um jovem patriota israelita, oficial dos serviços secretos, é infiltrado numa missão que visa perseguir e matar os 11 homens acusados pela secreta israelita de terem arquitectado o ataque em Munique. [ www.7arte.net ]
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Um génio chamado : Agostinho da Silva
Se fosse vivo faria hoje 100 anos .
Aqui fica aqui a minha homenagem :
Para Agostinho da silva, o tema mais candente da sua obra foi a cultura de língua portuguesa, num fraternal abraço ao Brasil e aos países lusófonos. Todavia, a questão das filosofias nacionais não é para si decisiva, parecendo-lhe antes uma questão académica: «Não sei se há filosofias nacionais, e não sei se os filósofos, exactamente porque reflectem sobre o geral, se não internacionalizam desde logo».
O problema de que parte é a procura de uma razão de ser para Portugal: o que eu quero é que a filosofia que haja por estes lados arranque do povo português, faça que o povo português tenha confiança em si mesmo», entendendo por «povo português» não apenas os portugueses de Portugal, mas também os do Brasil, laçados de índios e negros, os portugueses de África, tribais e pretos, como também os da Índia, de Macau e de Timor.
Embarcando num sonho universalista em que os portugueses que vivem apenas para Portugal não têm razão de ser, apresentou-se aos olhos tantas vezes desconcertados dos seus leitores como um cavaleiro do Quinto Império, um reinado do Espírito Santo, respirando um misto de franciscanismo e de joaquimismo e, em todo o caso, obra mais de cigarras que de formigas como era próprio das crianças: «Restaurar a criança em nós, e em nós a coroarmos Imperador, eis aí o primeiro passo para a formação do império», o que é dizer que o primeiro passo dos impérios está sempre no espírito dos homens, aptos para servir, como os antigos templários ou os cavaleiros da Ordem de Cristo.
Um império sem clássicos imperadores, que leve aos povos do mundo uma filosofia capaz de abranger a liberdade por que se bate a América, a segurança económica conseguida pela União Soviética, e a renúncia aos bens que depois de ter estado na filosofia de Lao-tsé, diz estar também na de Mao-tsé, mas uma filosofia que as três possam corrigir, purgando a primeira de imperialismos, a segunda da burocracia, e a terceira de catecismos.
É esta uma filosofia que, como gostava de dizer, não parte imediatamente de uma reflexão sobre as ciências exactas, como em Descartes ou Leibniz, mas da fé, como em Espinosa. Partir de crenças como ponto vital e tomar como símbolo preferido que a palavra «crer» parece ter a mesma origem que a palavra «coração», fazendo depois como o Infante, abrindo-se à ciência dos seus pilotos, astrónomos e matemáticos.
Tudo dito e defendido com a tranquilidade de quem sabe que até hoje ninguém desvendou os mistérios do mundo e conhece por isso os limites das soluções positivas.Assim, seria possível valorizar aquilo que a seu ver nos distinguiria como povo e como cultura: um povo e uma cultura capazes de albergar em si «tranquilamente, variadas contradições impenetráveis, até hoje, ao racionalizar de qualquer pensamento filosófico».
Império do futuro precavido e purgado dos males que arruinaram os quatro anteriores, sem manias de mando, ambições de ter e de poder, sem trabalho obrigatório, sem prisões e sem classes sociais, sem crises ideológicas e metafísicas. Esse já não era o império europeu, dessa Europa ávida de saber e de poder, e por isso esgotada como modelo para os outros 80% da humanidade, menos ávida de poder e mais preocupada com o ser.
Trazer por isso o mundo à Europa, como outrora levámos a Europa ao mundo, tal a missão da cultura de língua portuguesa, construindo o seu domínio com uma base espiritual e sem base em terra, porque a propriedade escraviza e só não ter nos torna livres.
Obras Sentido histórico das civilizações clássicas, 1929; A religião grega, 1930; Glosas, 1934; Sete cartas a um jovem filósofo, 1945; Diário de Alcestes, 1945; Moisés e outras páginas bíblicas, 1945; Reflexão, 1957; Um Fernando Pessoa, 1959; As aproximações, 1960; Educação de Portugal, 1989; Do Agostinho em torno do Pessoa; Dispersos, 1988.BibliografiaAntónio Quadros, Introdução à Filosofia da História, Lisboa, 1982.
Pedro Calafate
sábado, fevereiro 04, 2006
VOLTAMOS PARA A ERA DOS FARAÓS ... PORÉM COM TECNOLOGIA AVANÇADA....

Gelado, mas rico
Além de congelarem o corpo, muitos investem para ser milionários numa segunda vida
Riqueza não se leva para o túmulo? Bem, há um grupo de americanos e europeus com planos de voltar da morte e usufruir o dinheiro que vão deixar de herança para si próprios.
Explica-se: eles têm contrato com empresas especializadas para que seus corpos sejam congelados em nitrogênio líquido o mais rápido possível depois da morte. O objetivo é conservá-los até que a ciência encontre a cura da doença que causou a morte e, obviamente, descubra como reviver os mortos.
Há pelo menos 1.000 pessoas à espera do momento de ser congeladas. Uma dúzia delas, todas milionárias, tomou o cuidado adicional de criar fundos de investimentos cujos beneficiários serão elas próprias, numa segunda vida. "A questão é que, além de voltar a viver, elas querem ter dinheiro para gastar", diz Robert Ettinger, diretor do Cryonics Institute, empresa que vende pacotes de congelamento post mortem.
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
Táxi em forma de coco é atração em Havana

Circula pelas ruas do centro de Havana o famoso Cocotaxi, veículo amarelo que parece um coco.
O carro foi criado no final dos anos 90 como mais um atrativo para os turistas. Mas a facilidade de locomoção do mini-carro fez com que a população também o adotasse como meio de transporte.
Fonte :www.terra.com.br
