segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Veja as reações dos Noruegueses ao verem uma criança desagasalhada com frio





Imagine a cena: Uma criança desagasalhada que está sozinha sentada numa paragem de autocarro de uma cidade na Noruega, onde, por sinal, faz muito frio.

“Ele diz que é de outra cidade e que estava fazendo uma excursão com a escola e roubaram seu casaco.”

Confira a reacção dos adultos diante de tal situação.

segunda-feira, fevereiro 17, 2014

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

Dia dos namorados : Abraçados podemos voar



Tenho tido nestes anos, como padre, a gratíssima alegria de casar dezenas de amigos. Sei por eles, e da forma mais pura, a verdade daquele verso de Dante que diz: «o amor move o sol e as outras estrelas». Ao olhar para o interior das suas vidas, para dentro dos seus sonhos e até dos seus temores é esse incomparável mistério que se deteta: o modo como o amor, como a frágil força do amor é capaz de mover, de transfigurar e de unir, até ao fim, cada fragmento do corpo e cada filamento da alma.

Um outro autor italiano escreveu: «Somos anjos de uma asa apenas. Só permanecendo abraçados podemos voar». O casamento é a serena e criativa conjugação destes dois sentimentos que, fora dele, pareciam destinados a existir unicamente em contraste: a solidão e a comunhão. O amor agudiza a consciência de sermos um; descobre, aos nossos próprios olhos, a irresolúvel incompletude que individualmente nos caracteriza, a nossa insuperável carência; e ensina-nos o sabor de uma, até aí desconhecida, solidão: aquela que se sente por estar privados do ser amado.

No bíblico livro de Rute isso vem assim explicitado: «a vida tratar-me-á com duros rigores se outra coisa, a não ser a morte, me impedir de olhar diariamente o teu rosto» (Rt 1,17). A solidão incandescente com que o amor fere os que se amam é, porém, o que faz dele uma prática de desejo e de caminho, um exercício de mendicância (na verdade, o amor é sempre uma conversa entre mendigos) e de busca, uma forma de entrega e de súplica. Por alguma razão a experiência religiosa da mística recorre a uma linguagem próxima desta amorosa. Os enamorados percebem o estado dos grandes orantes e vice-versa, creio.

Mas o amor é sobretudo milagre da comunhão. Uma comunhão construída também com esforço, é claro, conquistada continuamente ao território muito defendido do egoísmo, traduzida em decisões quotidianas e vigilantes. Porém, não é propriamente de uma conquista que se trata, mas do arrebatamento comum pelo dom, do espanto inesgotável, de uma hospitalidade radical. «Se me tapares os olhos: ainda poderei ver-te. Se me tapares os ouvidos: ainda poderei ouvir-te. E mesmo sem pés poderei ir para ti. E mesmo sem boca poderei invocar-te». O fundamental é vislumbrado e servido em completa dádiva, acontece sem porquês, no âmbito de uma gratuidade infatigável, numa geografia sem condições nem reservas. O amor não se explica: implica-se. É uma voluntária hipoteca, um sigilo de sangue, entrelaçamento vital. Os enamorados conspiram com o milagre e, por isso, tornam-se, de forma tão íntima, cúmplices de Deus.

Compreendo o aviso meio irónico que Auden faz contra as festas de casamento. Ele diz que os noivos deviam ser humildes e não fazer logo no primeiro do seu casamento uma festa colossal, quando, no fundo, está ainda tudo por construir. Mas também acho impossível não celebrar a alegria do casamento, e fazê-lo com uma simbólica desmesura. Poucos momentos dão a ver assim a vida na sua transparência.

José Tolentino Mendonça 

segunda-feira, fevereiro 10, 2014

A banda do exercito da Holanda em bicicleta




Vestidos com uniformes da Primeira Guerra Mundial e montados em bicicletas vintage, estes militares que são carinhosamente chamados de tulipas de Amsterdão.

Com base na Van Brederode Quartel em Vucht, a banda  é composta por 40 músicos e ainda tem o seu próprio fã site onde relata as suas origens para 1917, embora  bicicleta Corps do exército holandês é mais antiga ainda, tendo sido fundada em 1894.

sexta-feira, fevereiro 07, 2014

terça-feira, fevereiro 04, 2014

Visita guiada pelo o espaço





Depois de quatro meses no espaço, a astronauta  americana Sunita Williams voltou à Terra em 19 de Novembro 2013. Antes de iniciar a descida a bordo de um Soyuz, ela teve tempo para gravar um passeio pela Estação Espacial Internacional (ISS).

 A observação Cupola da casa de banho através de caixas para camas, oferece uma perspectiva única sobre o espaço todos os dias.