domingo, julho 15, 2018
Aproveite para visitar Museus e Palacios ... sem gastar dinheiro !!
Visite os Museus e Monumentos sob tutela da Direção-Geral do Património Cultural todos os Domingos e feriados, até às 14h00.
As entradas são gratuitas um dia por semana para todos os cidadãos residentes em território nacional. Tem AQUI a lista dos locais que pode visitar gratuitamente.
A cultura, pode ser Grátis. E tem muito por onde escolher.
quinta-feira, julho 12, 2018
Mundial do Catar será jogado em novembro e dezembro de 2022
A próxima edição do Mundial, no Catar, será realizada entre 21 de novembro e 18 de dezembro, reafirmou esta sexta-feira o presidente da FIFA.
Na conferência de imprensa de balanço ao torneio que termina agora na Rússia, Gianni Infantino referiu que a alteração no calendário deve-se ao facto de não ser possível jogar futebol no Catar em junho e julho. No país do Médio Oriente, as temperaturas no verão ultrapassam frequentemente os 40 graus. Segundo o presidente da FIFA, as federações já estão a par desta decisão e "irão adaptar os seus calendários".
Infantino referiu que, a nível de organização, o Mundial da Rússia foi o melhor de sempre. Dentro de quatro anos, no Catar, deverão entrar em competição 48 seleções, uma hipótese que está a ser estudada.
Marca já na tua agenda !! :)
domingo, julho 08, 2018
Livro : Como será o futuro e porque depende de nós ?
O que têm em comum os automóveis sem condutor, os serviços on-demand, a inteligência artificial e a desigualdade de rendimentos?
Todos indicam, de forma inequívoca, que estamos a caminhar desordenadamente para um mundo dominado por tecnologias que não compreendemos bem e que temos razões para temer. Tim O’Reilly é um dos observadores mais atentos das tecnologias emergentes, tendo sido considerado «o oráculo de Silicon Valley» pela revista Inc. e «o trend spotter» pela revista Wired. Em Como Será o Futuro coloca a hipótese incómoda de as tecnologias que criámos nos virem a controlar a nós, humanos, no futuro. Acredita na possibilidade de o mundo vir a ser dominado por máquinas hostis às pessoas, e que os sistemas que estamos actualmente a construir contribuem para isso.
Como estão as tecnologias do século XXI a mudar os negócios, a educação, os governos, os mercados financeiros e a economia no seu todo? Como podemos controlar essas mudanças? Que decisões podemos tomar para promover um mundo em que queiramos viver? O’Reilly recorre às técnicas pioneiras que utilizou na previsão e interpretação de vagas de inovação anteriores e aplica-as às «tecnologias “WTF» do século xxi. Retirando lições de plataformas como Amazon, Google, Facebook, AIrbnb, Uber e Lyft, demonstra que a economia e os mercados financeiros são cada vez mais geridos por algoritmos e demonstra que a desigualdade de rendimentos, o declínio da mobilidade ascendente e a perda de postos de trabalho devido a avanços tecnológicos resultam de escolhas conscientes que temos vindo a fazer.
Devemos reescrever os algoritmos relativos à economia se quisermos criar um futuro mais centrado nas pessoas. Depende de todos nós assegurar que as novas tecnologias são causa, não de consternação, mas de assombro. “Em WTF?, ele dá uma vez mais um salto em frente, mostrando-nos o que vai ser considerado normal daqui a dez anos.» Seth Godin, autor de A Tribo
Tim 0’ Reilly é o fundador e CEO da O’Reilly Media, a empresa que providencia há 35 anos os conhecimentos necessários aos que querem entrar na corrida ao ouro de Silicon Valley. A empresa disponibiliza ensino à distância, publicações e conferências, e tem liderado a discussão de sucessivas vagas de inovação tecnológica. Tim é também sócio da O’Reilly AlphaTech Ventures, um fundo de capitais de risco para empresas em fase de arranque, e está na administração de Code for America, Maker Media, Peer J, Civis Analytics, e Pop Vox.
Editora : DOM QUIXOTE
segunda-feira, julho 02, 2018
segunda-feira, junho 04, 2018
Açores, o segredo mais bem guardado do Atlântico
Em 2016, uma expedição científica às ilhas de São Miguel e Santa Maria e aos ilhéus das Formigas, organizada pela Fundação Oceano Azul e pela Fundação Waitt, deu origem ao documentário “Açores, o segredo mais bem guardado do Atlântico”. O PÚBLICO divulga pela primeira vez este documentário, que também será transmitido pela RTP3 esta segunda-feira à noite, pelas 23h30. Esta divulgação coincide com o regresso aos Açores da Fundação Oceano Azul com vários parceiros, até 24 de Junho, desta vez numa expedição à volta das ilhas do Corvo e das Flores.
terça-feira, maio 29, 2018
É hoje o dia D !
Fez no passado dia 1 de Maio um ano (link em baixo ), que estive numa manifestação juntamente com alguns camaradas do PS, em frente à Assembleia da República, a defender a Vida contra a eutanásia.
Somos contra aquilo que será um retrocesso civilizacional, caso a eutanásia seja aprovada, em mais um diploma que permite a morte de forma legal.
Queremos uma sociedade que defenda os Direitos Humanos, que cuide de todos, principalmente dos mais vulneráveis !
Clicar aqui : http://rr.sapo.pt/noticia/82514/manifestantes_anti_eutanasia_querem_saber_o_que_pensa_marcelo
quinta-feira, maio 24, 2018
Papa Leão XIII
"Quanto aos ricos e aos patrões, não devem tratar o operário como escravo, mas respeitar nele a dignidade do homem, realçada ainda pela do Cristão. O trabalho do corpo, pelo testemunho comum da razão e da filosofia cristã, longe de ser um objecto de vergonha, honra o homem, porque lhe fornece um nobre meio de sustentar a sua vida.
O que é vergonhoso e desumano é usar dos homens como de vis instrumentos de lucro, e não os estimar senão na proporção do vigor dos seus braços
."
Rerum Novarum . Encíclica do Papa Leão XIII
sexta-feira, maio 18, 2018
A morte da privacidade
Chegámos ao fim da privacidade, as nossas vidas privadas, ao contrário das vidas privadas dos nossos avós, passaram para o domínio da vergonha e do segredo.
Através das muitas pequenas concessões que fomos fazendo, destruímos direitos e privilégios pelos quais gerações anteriores lutaram, minando, assim, as bases da nossa personalidade. Chegámos a um ponto em que a maioria de nós aceita que as interacções sociais, financeiras e, até, sexuais tenham lugar na internet e que alguém, em algum lugar, assista.
Na verdade, tudo o que fazemos aí é impulsionado por fórmulas matemáticas complexas, que são invisíveis e misteriosas. Quando tomamos alguma consciência disto, sentimos uma nova forma de inquietação: estamos a ser investigados, processados e manipulados por uma inteligência artificial que tem por trás a inteligência humana. Um exemplo é o projecto DRIP (Retenção de Dados e Investigações) no Reino Unido, que obriga as empresas que recolhem informações dos seus clientes a rete-las e armazená-las, podendo a polícia e o governo solicitá-las
Em geral, a começamos por observar horrorizados este tipo de iniciativas, mas depressa passamos ao cinismo, pois temos ideia de que qualquer protesto da nossa parte será inútil. Devemos perguntar: qual é o impacto pessoal e psicológico dessa perda de privacidade? Que protecção legal é oferecida a quem deseja defendê-la? Talvez seja, porém, tarde demais para fazer tal pergunta, pois chegámos a um momento em que o nosso quotidiano ultrapassou a ficção, ultrapassou as distopias, ultrapassou o "e, se...". Recordemos, Yevgeny Zamyatin que concebeu, no seu romance We, de 1921, um "one state", uma sociedade transparente sem privacidade. Seguem-se Orwell, Huxley, Bradbury, Atwood e outros que elegeram a usurpação da privacidade como um dos principais "ingredientes" do futuro totalitário. O romance The Circle, de Dave Eggers publicado em 2013, pinta o retrato de uma América sem privacidade: um império, assente na internet, pesquisa e controla a vida de todos, confiando na adesão ao seu lema: "segredos são mentiras, compartilhar é cuidar e privacidade é roubo". A heroína acaba por se desintegrar sob a pressão do escrutínio, tornando-se uma das hordas obedientes e sem rosto.
Um outro romance recente - Meatspace, de Nikesh Shukla, publicado em 2014 - que explora a fusão das esferas do privado e do público, começa com as seguintes palavras da personagem principal, um escritor solitário cuja única ligação ao mundo é a internet: "a primeira e última coisa que faço todos os dias é ver o que estranhos estão dizendo sobre mim". O nosso pensamento social, vai no sentido de julgar como suspeita qualquer coisa que se mantenha longe do olhar público, de modo que, pelo menos alguns de nós, não querendo ser vistos como suspeitos, aceitam "partilhar" o que é privado. Mas talvez haja uma razão mais importante que nos leva a ceder a essa "partilha", que não sejamos propriamente, como alguns defendem, dóceis ou ignorantes, incapazes de ver a complexa teia de interesses - sobretudo comerciais - que nos enredam; talvez seja porque entendemos perfeitamente a transacção que está em jogo. Ou seja, queremos manter a internet gratuita e sabemos que as empresas ganham dinheiro com algo que estamos dispostos a dar em troca, a nossa privacidade. Trocamos a privacidade pela riqueza de informações que a internet nos oferece, pela conveniência das compras on-line, pela aldeia global dos media. Essa troca leva-nos a aceitar o efeito normalizador da vigilância.
Há uma auto-verificação do nosso comportamento quando sabemos que estamos a ser vigiados. É o "panóptico" de Jeremy Bentham, o modelo para as prisões onde um só guarda pode observar uma prisão inteira, não importava se está ou não a observar, a mera possibilidade de estar é suficiente para garantir o cumprimento da norma. É neste ponto que nos encontramos, sob uma vigilância que pode parecer benigna, mas que denota um poder sombrio e controlador sobre todos. A mensagem subliminar que passa é que se queremos mesmo manter algo privado, devemos tratá-lo como um segredo, mas de um modo semelhante ao que a personagem do livro "1984", Winston Smith, fez: "Se quiser manter um segredo, deve escondê-lo de si mesmo ". Aqui reside o maior risco de invasão da privacidade, desvalorizado por aqueles que aceitam alegremente os tentáculos da corporação empresas-media-estados. Don DeLillo, no seu livro de 2010, Point Omega, diz: "você precisa saber de coisas sobre si que os outros não sabem. É o que ninguém sabe sobre você que permite que você se conheça". Negando o acesso ao nosso mundo interior, desistimos daquilo que nos eleva acima da mera sobrevivência, daquilo que nos torna humanos. Josh Cohen explica por que precisamos de privacidade na nossa vida: "precisamente porque a privacidade garante que nunca somos totalmente conhecidos pelos outros ou por nós mesmos, a privacidade constitui um abrigo para a liberdade, a imaginação, a curiosidade e a auto-reflexão.
Portanto, defender o eu privado é defender a própria possibilidade de vida criativa e significativa".
Helena Damião
segunda-feira, maio 14, 2018
quinta-feira, maio 03, 2018
Recanto Japonês - Poços de Caldas
O Recanto Japonês é uma réplica de um jardim japonês, com construções e vegetação típicas. Fica localizado numa vertente da Serra de São Domingos sendo rodeado por uma mata nativa.
O local é muito agradável e de fácil acesso. A casa de chá e o quiosque foram projetados e construídos em estilo japonês.
O quiosque ou caramanchão Azumaya é uma réplica do Manj-Tei, que existiu nos jardins do palácio imperial japonês, feito de madeira e telhado de palha. No local há um pequeno lago artificial, onde foram colocadas carpas coloridas
segunda-feira, abril 23, 2018
1º de Maio Juntos Superamos Limites
Evento Nacional reúne mais de 1000 Jovens em Alenquer em prol da paz Os Jovens para o Mundo Unido promovem o evento “Juntos Superamos Limites - BEYOND ALL BORDERS”, que se irá realizar no próximo dia 1 de maio, na Cidadela Arco-íris (Abrigada, Portugal).
Os limites dividem povos, culturas e países. Distanciam as pessoas e geram conflitos difíceis de sarar. Superar os limites que nos separam e trabalhar na construção de pontes nos vários âmbitos da sociedade é o mote que os Jovens para o Mundo Unido (JPMU) escolheram a este dia. Trata-se de uma iniciativa já com história em Portugal. Realiza-se desde 2002, de dois em dois anos (sempre no dia 1 de maio), e tem contado com a participação de cerca de mil jovens portugueses e também de outras nacionalidades.
Em 2018, através da partilha de ideias, projetos, músicas, testemunhos e laboratórios de Fraternidade, os jovens pretendem demonstrar que o mundo fraterno já está a ser construído. Esta ficará também para a história como a edição a portuguesa do Genfest – o festival internacional dos Jovens Para o Mundo Unido que terá lugar em Manila, nas Filipinas, em julho deste ano. Estas atividades inserem-se no United World Project (Projeto Mundo Unido), uma rede internacional que pretende contribuir para a recolocação da fraternidade universal como paradigma das relações humanas, por meio da identificação, sistematização e divulgação das ações que já se fazem a nível mundial.
Os Jovens para o Mundo Unido são uma expressão juvenil do Movimento dos Focolares. São de diferentes culturas, mas têm uma só alma e um único sonho: unir o mundo! Para isso procuram, antes de mais, mudar-se a si mesmos, pondo em prática a Regra de Ouro, comum a todos credos e que diz: “Faz aos outros o que gostarias que fizessem a ti e não faças aos outros aquilo que não gostarias que fosse feito a ti”.
Estão todos convidados !
Veja o vídeo aqui : https://www.youtube.com/watch?v=y2oryHdyvqY&feature=youtu.be
terça-feira, abril 17, 2018
segunda-feira, abril 02, 2018
Zumba Solidário

Pelo terceiro ano consecutivo, irá realizar-se um evento solidário de Zumba pelo Autismo no dia 28 Abril , no Pavilhão da Escola Secundária de Santo André no Barreiro pelas 15:00.
Este evento tem como objectivo para além de apelar à consciencialização da problemática do espectro do Autismo, angariar fundos para a Unidade de Ensino Estruturado da Escola EB/JI Telha Nova 1 que dá apoio a crianças com necessidades educativas especiais. O valor total angariado será doado para esta causa que ajuda as crianças a terem acesso a materiais didáticos, terapias, e experiências interactivas (actividades lúdicas, visitas de estudo,etc).
Este ano estarão em palco mais de 30 instrutores que aceitaram o convite para ajudar estas crianças. Agradecemos os apoios de várias entidades para a realização do evento, assim como a todos os que queiram participar para ajudar esta causa.
sábado, março 10, 2018
domingo, março 04, 2018
Cláudia Pascoal vence festival da canção com "O Jardim"
Cláudia Pascoal vence festival da canção com "o Jardim", letra de Isaura que a fez numa bonita homenagem a sua avó ja falecida.
[Verso 1]
Eu nunca te quis
Menos do que tudo
Sempre, meu amor
[Pré-refrão 1]
Se no céu também és feliz
Leva-me, eu cuido
Sempre, ao teu redor
[Refrão]
São as flores o meu lugar
Agora que não estás
Rego eu o teu jardim
São as flores o meu lugar
Agora que não estás
Rego eu o teu jardim
[Verso 2]
Eu já prometi
Que um dia mudo
Ou tento, ser maior
[Pré-refrão 2]
Se do céu também és feliz
Leva-me, eu juro
Sempre, pelo teu valor
domingo, fevereiro 18, 2018
Santuário de Cristo Rei iluminado de vermelho
O Santuário do Cristo Rei, em Almada, vai ser “pintado” de vermelho, tal como o Coliseu de Roma e Igrejas em Alepo e Mossul para lembrar perseguição aos cristãos. Portugal, Itália, Síria e Iraque vão estar ligados numa grande iniciativa internacional da Ajuda à Igreja que Sofre em que alguns monumentos vão ser “pintados” da cor do sangue para se lembrar ao mundo a questão da liberdade religiosa e, muito concretamente, a perseguição aos cristãos.
“Combater a indiferença” é, pois, um dos principais objectivos desta jornada de oração e de sensibilização, agendada para sábado, dia 24 de Fevereiro, e que vai unir, “pintando” de vermelho, a cor do sangue, o Santuário do Cristo Rei, em Almada, o Coliseu de Roma – um dos primeiros símbolos da perseguição aos Cristãos –, assim como a catedral maronita de Santo Elias, em Alepo, na Síria, e a igreja de São Paulo, em Mossul, no Iraque, dois dos países em que, nos tempos actuais, a violência religiosa mais se tem acentuado.
Portugal, Itália, Síria e Iraque vão estar ligados numa grande iniciativa internacional da Ajuda à Igreja que Sofre em que alguns monumentos vão ser “pintados” da cor do sangue para se lembrar ao mundo a questão da liberdade religiosa e, muito concretamente, a perseguição aos cristãos.
segunda-feira, fevereiro 05, 2018
Associação dos Médicos Católicos Portugueses alerta para a destruição da relação médico-doente com a legalização da eutanásia
Lisboa, 5 Fevereiro 2018
A recente proposta de Lei a favor da legalização da eutanásia em Portugal, apresentada no passado sábado, 03 de fevereiro, pelo BE - Bloco de Esquerda, afetará gravemente a relação médico-doente e destruirá a própria medicina, alerta a AMCP - Associação dos Médicos Católicos Portugueses.
A AMCP considera que "não há qualquer legitimidade ética para se aprovar uma lei cuja aplicação criará uma desconfiança generalizada na relação médico-doente, isto porque, o poder de provocar ou antecipar a morte de alguém, ainda que a pedido do próprio, vai contra a própria medicina; é um poder que inevitavelmente destroi a medicina". A Associação, presidida pelo médico psiquiatra Pedro Afonso, reitera a sua oposição à legalização da eutanásia e chama a atenção para os perigos da aprovação desta proposta de Lei. "A medicina apoia a sua prática no diagnóstico e no tratamento das doenças, no alívio do sofrimento dos doentes, sempre com a finalidade de defesa da vida humana. Se admitirmos a eutanásia, a relação de confiança médico-doente, que assenta numa base de confiança que deve ser respeitada e que é a base da medicina, é destruída", vinca a AMCP. A proposta do BE prevê a participação de médicos numa Comissão de Avaliação dos Processos de Antecipação da Morte. "Admitir que os médicos possam validar ou participar numa decisão que provoca a morte, com o objetivo de eliminar o sofrimento, é absolutamente inaceitável", afirma a AMCP. "O médico não pode mudar de posição, não pode fazer tudo para melhorar a vida do doente e, em simultâneo, agir, a pedido do doente, no sentido de lhe tirar a vida, ajudando ao suicídio. Os médicos não podem alternar entre serem uma referência profissional, amiga e confiável e serem os executantes de uma sentença de morte arbitrária". "Nenhuma circunstância ou ideologia poderá apagar do espírito humano a certeza de que a eutanásia - ou o suicídio assistido - não pode ser considerada um ato clínico, já que não se destina a aliviar ou a curar uma doença, mas sim a pôr termo à vida do paciente". Veja a noticia : AQUI |
domingo, fevereiro 04, 2018
Dia Mundial do Cancro
O QUE É?
O Dia Mundial do Cancro comemora-se a 4 de fevereiro, numa iniciativa da UICC (União Internacional de Controlo do Cancro). A UICC é uma rede de cooperação internacional, composta por diferentes membros e organizações, que contribui com discussões e encontros científicos direcionados para políticas de saúde na área da oncologia.
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), fundada em 1941, é uma das mais antigas instituições no espaço europeu na luta contra o cancro. A LPCC é membro da UICC desde 1983, colaborando ativamente no desenvolvimento e implementação de projetos internacionais. O Dia Mundial do Cancro é um evento global que une a população em torno da luta contra o cancro. Destina-se a salvar vidas humanas, através da sensibilização e da educação. Representa uma tentativa de criar oportunidades para se falar de cancro, focando diversas temáticas ligadas ao cancro.
Constitui a oportunidade ideal para colocar a palavra cancro, no vocabulário das pessoas e dos media. Tal como o cancro nos afeta, a todos, de diferentes maneiras, todos temos o poder de agir para reduzir o impacto que o cancro tem sobre as pessoas, famílias e comunidades. Assim, o Dia Mundial do Cancro é uma oportunidade para refletir e para agir! E cada um pode fazer a diferença.
Veja a noticia completa : AQUI
domingo, janeiro 07, 2018
KindCoin: Nasceu Uma Nova Moeda Solidária
A boa vontade não tem valor, mas agora já tem moeda – este é o mote da KindCoin, a nova moeda solidária que permite fazer donativos suspensos nos mais variados estabelecimentos comerciais, e que serão depois convertidos nos bens que as instituições de solidariedade social mais necessitam.
A rede KindCoin é uma plataforma focada no ser humano enquanto agente de mudança - é a primeira rede de angariação de bens e produtos sem necessidade de intermediação.
“A nossa missão traduz-se na constante procura de criação de valor através de uma relação assente na proximidade, na dignidade humana e na mudança de comportamento – queremos dar resposta a todos aqueles cuja subsistência depende de instituições ou de serviços credíveis que transmitam confiança através da doação de bens de primeira necessidade, sejam eles alimentos, medicamentos, serviços ou outros produtos”, afirma Maria Vieira da Silva, co-fundadora da rede Kind Coin.
O utilizador pode fazer o download gratuito da aplicação Kind Coin, disponível na App Store e na Play Store, e criar a sua própria conta. Uma vez inseridos todos os dados, o utilizador faz o contributo diretamente na aplicação, doando as suas KindCoins - 1 KindCoin equivale a 1 euro - ao parceiro comercial que desejar: pode ser um restaurante, um supermercado, uma farmácia, um serviço jurídico, entre outros.
Esse valor doado fica suspenso na plataforma, até atingir o plafond estipulado entre o parceiro e a Kind Coin (5 euros), altura em que a instituição de solidariedade parceira mais próxima pode trocar o valor por produtos – alimentos, serviços, medicamentos, entre outros. Consumada a troca, a Kind Coin notifica o utilizador sobre a Instituição social destinatária do seu contributo.
Também os estabelecimentos parceiros e a as instituições de solidariedade social se devem inscrever na plataforma, de modo a serem elegíveis para converter e receber as KindCoins, respectivamente. As instituições inscritas na plataforma dependem dos contributos feitos nos estabelecimentos parceiros nas suas imediações. Através de um sistema de geolocalização, o donativo é atribuído à instituição que ficar mais próxima de determinado estabelecimento, promovendo assim a entreajuda e solidariedade entre as comunidades, inserida nos seus próprios bairros.
“O que é verdadeiramente fantástico acerca desta aplicação é que todas as pessoas que fizerem um donativo vão poder acompanhar o valor que doaram – desde a instituição para a qual esse valor foi destinado, quando o foi e em que tipo de produto se traduziu a sua oferta. As notificações são emitidas em tempo real na aplicação, o que nos permite ser absolutamente transparentes em todo o processo”, acrescenta Maria Vieira da Silva.
Através da aplicação, os utilizadores podem também integrar a pool de partilha e a pool de troca, permitindo-lhes fazer chegar os seus produtos a quem mais precisam – as instituições são notificadas quando o utilizador coloca na plataforma ou item para doar.
Como forma de sustentar as despesas de manutenção da plataforma, a KindCoin cobra uma comissão de 5% sobre cada contributo.
Nuno Coelho
quarta-feira, janeiro 03, 2018
Cristo Rei, Portugal
A estátua de Cristo Redentor, existente no Rio de Janeiro, no Brasil, inspirou, em 1934, durante uma visita àquela cidade, o Cardeal-Patriarca de Lisboa de então, Dom Manuel Gonçalves Cerejeira, a construir um monumento similar em Lisboa. No ano de 1936, transmitiu esta ideia ao Movimento do Apostolado da Oração, com uma recepção entusiástica. Seguiu-se a sensibilização de todos os bispos do país, tendo sido obtida a proclamação oficial do desígnio no ano seguinte, na Pastoral Colectiva da Quaresma. Perspetiva do Santuário de Cristo Rei.
O monumento a Cristo Rei foi também edificado em cumprimento de um voto formulado pelo episcopado português reunido em Fátima a 20 de Abril de 1940, pedindo a Deus que livrasse Portugal de participar na Segunda Guerra Mundial. O presidente do Conselho (primeiro-ministro) Salazar, não quis violar a velha amizade com o Reino Unido, que data do século XIV, e preferiu manter a neutralidade, não tendo Portugal participado na referida guerra.
A primeira pedra da construção do monumento foi lançada em 18 de Dezembro de 1949, após o fim da guerra. Foi inaugurado a 17 de Maio de 1959, dia de Pentecostes, na presença dos cardeais do Rio de Janeiro, de Lourenço Marques e de cerca de 300 mil pessoas, entre autoridades oficiais e cidadãos anónimos. Nessa ocasião, esteve também presente a imagem original de Nossa Senhora de Fátima e foi feita a consagração de Portugal aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria. O Papa João XXIII não esteve presente na cerimónia, mas enviou uma mensagem de rádio, que foi então transmitida. Na altura, o Cardeal Cerejeira afirmou que o monumento seria sempre um sinal de gratidão pelo dom da paz. ( Fonte : Wikipédia)
Para conhecer o site do santuário, clique AQUI
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