Vejam aqui a história : http://virusdaarte.net/
quarta-feira, maio 24, 2017
segunda-feira, maio 22, 2017
"Sem Fronteiras" com Martins Bastos
Sri Lanka, uma pequena ilha situada a sudoeste da Índia, banhada pelo oceano Índico, é um país multi-cultural e cheio de atracções turísticas. Os seus templos Budistas milenares, as suas praias de água morna e areias brancas e a vida selvagem constituem os principais motivos para visitar este maravilhoso país.
Em Yala, no parque nacional e reserva protegida, encontra-se uma das maiores comunidades de Leopardos em liberdade do mundo! Outra das espécies em abundante numero é o Elefante-do-Ceilão (Elephas maximus maximus) que goza de total liberdade e de uma protecção relativamente alta no Sri Lanka. O "gigante" da foto preparava-se para um belo duche diário num cenário natural lindíssimo!
Dica: Sri Lanka é um país muito pobre, mas muito seguro, relativamente organizado e limpo. Viajar de cidade em cidade em autocarro é a maneira mais rápida e conveniente, mas uma viagem no famoso Slow-Slow, carinhosa alcunha aos lentos comboios que atravessam o pais, é garantidamente uma experiência única, recheada de paisagens lindíssimas.
João Martins Bastos
web: www.martinsbastos.com
web: www.facebook.com/MartinsBastos
Teresa Salgueiro | A CIDADE
Nua e concreta
a realidade
que se projecta
pela cidade
em cada rosto
o inadiável
é o pressuposto
para o inevitável
voraz motor da emoção
que justifica o contexto
gerador de ilusão
Tanta pressa por repetição
Somos
a promessa orgânica
a resistência
à submissão mecânica
para a sobrevivência
na solidão urbana
de uma clara consciência
que complete a equação humana
Basta
de retórica vazia
de economia plástica
ganância tóxica, fria
pesada consequência
mágoa que se propaga
para nada.
sábado, maio 20, 2017
Os 5 maiores arrependimentos no fim da vida
Ana Claudia Quintana Arantes é uma médica especializada em ajudar pacientes terminais a “aprender” a morrer. Em entrevista, ela fala sobre o desafio de se lidar com algo tão natural, porém, perturbador, como a própria morte. A especialista relembra os cinco maiores arrependimentos das pessoas antes de morrer. A lista faz parte do livro ‘Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte’ (versão portuguesa Sou Feliz) , da enfermeira australiana Brownie Ware. “Um deles é não ter demonstrado afeto.
Passamos a vida construindo muros ao redor do coração da gente pra ninguém perceber o que a gente está sentindo”, diz Ana. “A outra coisa é (se arrepender) de ter trabalhado tanto. O último que é colocado é: ‘Eu devia ter me feito mais feliz’, que pra mim resume todos os outros”. Os outros arrependimentos citados pela enfermeira australiana são ter vivido a vida que se desejava e ter estado mais perto dos amigos. A pedido do Hospital Albert Einstein, a médica Ana Cláudia Arantes, geriatra e também especialista em cuidados paliativos, analisou a publicação e falou sobre cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira australiana.
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu queria, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse. “Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos, e muita gente tem de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomou, ou não tomou. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto. “Eu ouvi isso de todos os pacientes homens com quem trabalhei. Eles sentiam falta de ter aproveitado mais a juventude dos filhos e a companhia de suas parceiras. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”
3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos. “Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, acomodaram-se em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem realmente eram capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.”
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos. “Frequentemente, os pacientes não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até chegarem em suas últimas semanas de vida, e nem sempre era possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos e tiveram muitos arrependimentos profundos por não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”
5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz. “Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida – que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso ‘conforto’ das coisas familiares e o medo da mudança fizeram com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que estavam contentes quando, no fundo, ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.”
quarta-feira, maio 17, 2017
PAJE - Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos
Sob a égide do Instituto de Psicologia Cognitiva e Desenvolvimento Humano e Social (Unidade de I&D da Universidade de Coimbra – IPCDHS/FCT) foi criada uma Plataforma de Apoio a Jovens Ex-acolhidos – PAJE que pretende promover a inclusão social e laboral de jovens adultos que viveram acolhidos como vítimas prematuras, apoiando em situações burocráticas quotidianas e aconselhamento.
A Plataforma PAJE propõe-se prestar igualmente apoio (psicológico, jurídico, aconselhamento/counselling, etc.) de forma informal, colocando os conhecimentos e experiência de profissionais voluntários, ao serviço de quem não foi bafejado pela sorte, numa fase precoce da vida, restituindo um pouco de justiça. A Plataforma tem o propósito de dar expressão organizada ao dever de solidariedade e de justiça social entre os indivíduos que em crianças foram vítimas, tendo vivido um longo período em acolhimento residencial.
Propõe-se orientar, apoiar, e formar jovens e adultos com vivência de acolhimento residencial, promovendo uma autonomização bem sucedida, transições favoráveis e inclusão social.
Veja o site do instituto em :
domingo, maio 14, 2017
Eis o Santuário de Fátima fotografado pela Força Aérea
"Agora, que se aproxima a hora do adeus a sua Santidade, mostramos algumas das fotos da Procissão das Velas, captadas ontem por um P-3C Cup+ da Esquadra 601, da Força Aérea”, escreveu aquela força de autoridade, no seu perfil oficial de Facebook. "
sábado, maio 13, 2017
Humildade e ternura
"A humildade e a ternura não são virtudes dos fracos, mas dos fortes, que não precisam de se impor para se sentirem importantes".
Papa Francisco
Papa diz que Igreja deve ser "pobre de meios e rica no amor"
Francisco disse este sábado, na homilia da missa deste 13 de maio, que Fátima é "sobretudo um manto de luz que cobre". O Papa convidou os fiéis, na manhã deste sábado, na homilia da missa do 13 de maio a que presidiu, a "descobrirem novamente o rosto jovem e belo da Igreja". Mas não de uma Igreja qualquer. Segundo Francisco, a Igreja Católica deverá ser "missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor".
Veja a noticia completa AQUI
Papa abraça Lucas, a criança "milagre" de Fátima
A criança brasileira curada por intercessão dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto, canonizados esta manhã na Cova da Iria, esteve entre os milhares de fiéis que assistiram à missa celebrada pelo Papa Francisco. Este "milagre" foi reconhecido pelo Vaticano e está na base da canonização dos dois pastorinhos.
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Papa Francisco: "Não podia deixar de vir" a Fátima
Papa diz que Maria traz "esperança e paz". Francisco agradeceu aos peregrinos por o acompanharem e lembrou os doentes, presos, pobres e desempregados.
O papa Francisco disse este sábado que "não podia deixar de vir" a Fátima, porque Maria traz "esperança e paz", agradeceu aos peregrinos por o acompanharem e lembrou os doentes, presos, pobres e desempregados. "Não podia deixar de vir aqui venerar a Virgem Mãe e confiar-lhe os seus filhos e filhas", afirmou Francisco na homilia da eucaristia que encerra a peregrinação internacional aniversária de 12 e 13 de maio.
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O papa Francisco disse este sábado que "não podia deixar de vir" a Fátima, porque Maria traz "esperança e paz", agradeceu aos peregrinos por o acompanharem e lembrou os doentes, presos, pobres e desempregados. "Não podia deixar de vir aqui venerar a Virgem Mãe e confiar-lhe os seus filhos e filhas", afirmou Francisco na homilia da eucaristia que encerra a peregrinação internacional aniversária de 12 e 13 de maio.
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sexta-feira, maio 12, 2017
Fátima e Papa Francisco
O meio milhão de pessoas que o aplaudiu à chegada, silenciou para com ele rezar. Um Papa simples, de costas para a multidão, de frente para a sua Senhora, rezou, à luz das velas.
quinta-feira, maio 11, 2017
Papa no Twitter: Olhemos para Maria
O Papa Francisco colocou hoje um tweet sobre a sua Peregrinação a Fátima, pedindo para se olhar para Maria, pois "tudo é dom de Deus, nossa força".
"Com Maria, amanhã em Fátima, peregrino na esperança e na paz. Olhemos para ela: tudo é dom de Deus, nossa força", escreve o Santo Padre naquela rede social.
O Papa chega a Fátima depois de amanhã, para presidir à Primeira Peregrinação Internacional Aniversária do Centenário e à canonização dos Beatos Francisco e Jacinta.
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