domingo, junho 30, 2013

Agricultura Biológica - Seattle planta floresta urbana comestível e gratuita




Em Seattle, um dos mais importantes centros culturais e financeiros dos Estados Unidos, cresce um dos mais interessantes projectos de sustentabilidade urbana do mundo. A metrópole norte-americana está a investir numa floresta urbana comestível e gratuita, situada em pleno bairro de Beacon Hill, centro da cidade, e onde estão a ser plantados frutos, leguminosas e tubérculos.
Com sete hectares disponíveis para cultivo, o Beacon Food Forest pode ser um dos maiores jardins comunitários do mundo. O projecto foi aprovado no ano passado e começa agora a fase de plantio. Serão plantas centenas de espécies diferentes, todas seleccionadas pelos membros da comunidade.
Um dos objectivos do projecto é levar os cidadãos locais – ou outros – a visitar o jardim e, caso seja possível, colherem os seus próprios frutos ou vegetais. Já foram plantados mirtilos, framboesas, macieiras, pereiras, nogueiras e castanheiras. Há também abacaxi e citrinos, goiabas e caqui. Tudo crescerá livremente.
O projecto foi concebido pelo Harrison Design, um estúdio de arquitectura e paisagismo, e poderia ser exportado para qualquer grande cidade do mundo. Paralelamente, o jardim contará com actividades culturais e de lazer.

quinta-feira, junho 27, 2013

Silêncio Fecundo




Senta-te aí um pouco e “fala” Comigo. Criei este momento para nós. Abre-Me o teu coração e recebe o meu afeto, a minha atenção, o meu amor. Descansa, enquanto eu te renovo, encho a tua alma e te restabeleço. Ficamos em silêncio, enquanto tudo acontece. Juntos, até estares cheio. Depois partirás e contarás ao mundo o segredo da tua Fonte.

Com amizade

José Luís Artur sj

segunda-feira, junho 24, 2013

Alentejo Tempo para ser Feliz - Alentejo Time To Be Happy



"Alentejo, tempo para ser feliz", o spot mostra, em cerca de seis minutos, as emoções que os turistas podem viver no Alentejo, através dos protagonistas de uma aventura que tem como ponto de partida a busca da felicidade. O filme foi produzido pela Flavour Productions, tem direcção de fotografia e realização de Eduardo Sousa e co-realização de Tito Costa, e banda sonora de Nuno Maló, é protagonizado por Ela Clark e conta com a participação de muitos habitantes do Alentejo.

Vale a pena ver...

sexta-feira, junho 21, 2013

Vulgar ?


Habituei-me a esperar que simplesmente as coisas se tornem mais brilhantes, mais espalhafatosas, menos comuns, menos vulgares, como se o “tempo favorável” estivesse ainda por vir e até lá tudo fosse vulgar e pouco merecedor de atenção ou de admiração.

Vulgar? Mas como vulgar? O que é que é vulgar? O que é que há de vulgar numa árvore, ou numa flor ou no sabor da maçã?
Pela repetição uma coisa torna-se vulgar?
O que é que há de vulgar no facto de acordar de manhã (ou até no simples facto de haver manhã)? Há alguma coisa de vulgar em estar vivo?

Talvez a única coisa vulgar seja a minha forma de olhar e a maneira como dou por garantido aquilo que é verdadeiramente espantoso todos os dias.

Deus também é o Deus do vulgar, do banal, do comum, dos dias da semana, dos dias de chuva e das coisas que doem… tanto quanto o é dos foguetes. E o grande perigo é fazer da minha vida uma busca incessante do deus dos foguetes quando Ele habita no que é real, ainda que o real pareça vulgar e pobre.

É vulgar? É. Mas é incrível.

Duarte Rosado, sj

terça-feira, junho 18, 2013

MUDA BRASIL - FAZ SENTIDO




Não é pelos 20 centavos! É pelos 2.2 trilhões acumulados só nos últimos 17 meses! Cadê o nosso dinheiro?

sexta-feira, junho 14, 2013

Quem ousa sonhar?




Quem se atreve a sonhar nos dias de hoje?! Quem acredita no futuro? Quem sonha com uma família? Ou com aquele trabalho que tem tudo a ver connosco? Ou com poder passar bons momentos com os amigos? Quem é que se despede do seu trabalho que detesta em busca de algo que o realize? Quem se desacomoda?!

A vida não pára nem espera por nós. Começa e termina, isso é certo; o que se passa nesse intervalo é connosco!

Apercebi-me, quando penso nos meus actos diariamente, que todos os nossos actos podem muito abruptamente ser divididos em dois grandes grupos. Aquelelibers que são motivados pelo MEDO e os que são motivados pelo AMOR. Antes de me aperceber disso, às vezes não me era fácil entender se determinada atitude tinha sido a melhor para mim, analisava mais as consequências que a origem, a motivação.

O que fazemos motivados por medo prende-nos, castra-nos, paralisa-nos. O que fazemos por amor liberta-nos e realiza-nos, leva-nos mais longe! O caminho de Jesus não foi ausente de medo, mas os seus actos foram sem dúvida motivados pelo Amor.

Cecília Mendonça

terça-feira, junho 11, 2013

"As gerações futuras censurarão a nossa pelos erros grosseiros contra a vida e a família"



Tenho sido abordado por amigos e alguma comunicação social para me pronunciar publicamente sobre a nova lei de co-adopção por “casais” homossexuais. Não tenho feito, porque abracei recentemente alguns projectos sociais de combate a pobreza e de formação, que acho muito mais importante e prioritário e também porque constato , infelizmente e com muito tristeza , que aquilo que disse aquando a discussão do casamento entre pessoas do mesmo sexo, era uma realidade : o objectivo é adopção. No entanto, hoje em silêncio e nas minhas reflexões estive a pensar no assunto.

Quem me conhece sabe bem, que respeito todas as pessoas e orientações sexuais, agora "laranjas são laranjas, limões são limões", quero dizer, uma mãe e um pai tem um papel fundamental e insubstituível no crescimento equilibrado numa criança , basta fazer uma pequena retrospectiva do que foi a nossa vida para entender esta realidade . Não esquecendo os maus exemplos nos países onde existe casamento gay com adopção.

Sou um optimista por natureza própria , mas a última década da nossa historia têm sido cometidos erros e disparates enormes : Desde a legalização do aborto com o Estado em três anos e meio a gastar mais de 100 milhões de euros, permitindo a morte de milhares de inocentes, passando pelas experiências com fetos e embriões humanos até a legalização do casamento gay que agora se caminha para a livre adopção. E no fim da minha reflexão, mais uma vez me recordei desta frase "As gerações futuras censurarão a nossa pelos erros grosseiros contra a vida e a família"

Cláudio Anaia

sexta-feira, junho 07, 2013

O elo mais fraco (2)





O que se está a passar em Portugal com o debate sobre a coadoção revela a anomia cívica da nossa sociedade e, sobretudo, a degradação a que chegou o nosso regime democrático. Um setor ultraminoritário da sociedade, que age como uma seita, impõe arrogantemente a suas certezas e insulta e escarnece dos que exprimem opiniões diferentes. O fanatismo heterofóbico dos seus prosélitos leva-os a apelidar de "ignorantes", "trogloditas" ou "homens das cavernas" todos os que ousam pôr em causa as suas certezas.

O que se viu no programa Prós e Contras da RTP, na semana passada, foi a atuação de um grupo bem organizado de pessoas lideradas por um fanático que, no intervalo do programa, subiu ao palco e se dirigiu a mim para me dizer que eu estava a usar no debate os mesmos métodos que os nazis tinham usado contra os judeus (!!!). Esse delírio injurioso foi depois retomado em alguns órgãos de comunicação social, blogues e redes sociais, por outras pessoas imbuídas do mesmo fanatismo e da mesma desonestidade intelectual. Já, em tempos, uma das próceres da seita, a dra. Isabel Moreira, me chamara PIDE, para assim "vingar" a atual ministra da Justiça das críticas certeiras que eu lhe dirigia.

Afinal, parece que é nazi dizer que o movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) atua como um lobby que influencia os centros de decisão política devido à preponderância que muitos dos seus elementos têm no Governo, no Parlamento, na Comunicação Social, nas empresas e nos partidos políticos. Sublinhe-se que os partidos de Esquerda aprovaram a lei sobre a coadoção exatamente no momento em que o povo mais preocupado (distraído) está com a austeridade que lhe é imposta pelo Governo e pelo presidente da República. Foi, portanto, assim, à sorrelfa, com a ajuda cirúrgica da Direita, que se aprovou uma lei que ofende a consciência da esmagadora maioria da população.

O que se viu naquele programa da RTP foram exercícios de manipulação, de intolerância e de vitimização por parte dos defensores dessa lei e quem manifestou opiniões contrárias foi sumariamente apelidado de "ignorante" ou então brindado com estridentes risadas de escárnio. Eu próprio fui, no final do programa, veementemente apelidado de ignorante pelo líder da seita e por algumas histéricas seguidoras que o rodeavam.

O casal de lésbicas que ali foi exibir triunfantemente a gravidez de uma delas e proclamar o seu orgulho por a futura criança ser órfão de pai é bem o exemplo da heterofobia que domina a seita. Que direito tem uma mulher de gerar, deliberadamente, por fanatismo heterofóbico, uma criança duplamente órfã de pai (sem pai e sem nunca poderem vir a saber sequer a identidade dele)? Com que fundamento o Estado se prepara para entregar a essas pessoas crianças que, por tragédias familiares, perderam os seus verdadeiros pais? É para que sejam destruídas (ou impedidas de nascer), no imaginário dessas crianças, todas as representações que elas têm (ou possam fazer) do pai ou da mãe que perderam?

Esse fanatismo mostra bem o que essas pessoas são capazes de fazer em matéria de manipulação genética com fins reprodutivos - como, aliás, uma das lésbicas deixou subtilmente anunciado no Prós e Contras. Mas isso será mais tarde. Para já o que importa é garantir que, em nome da felicidade onanística de alguns adultos, se possam entregar crianças a "casais" em que o lugar e o papel da mãe são desempenhados por um homem e os do pai por uma mulher. Seguidamente, para não discriminar os gays e as lésbicas, substituir-se-ão nos documentos oficiais as palavras "mãe" e "pai" pelo termo "progenitores" tal como já se substituíram as palavras "paternidade" e "maternidade" pela neutra "parentalidade".

E quando estiver concluído o processo de "engenharia social" em curso, então passar-se-á à engenharia reprodutiva com vista a permitir que duas mulheres possam gerar filhos sem o repugnante contributo de um homem ou então que dois homens o possam fazer também sem a horrorosa participação de uma mulher. Estarão, então, finalmente, corrigidos dois "erros grosseiros" da evolução: o de ter dividido os seres humanos em dois géneros e o de exigir o contributo de ambos para a fecundação e para a criação dos seus filhos.

Veja também as declarações de Marinho Pinto , AQUI

terça-feira, junho 04, 2013

O Direito a um Pai e a uma Mãe





Foi aprovado na generalidade um projeto de lei que permite a coadoção por pares homossexuais, ou seja, a adoção por uma pessoa casada com outra do mesmo sexo (ou a ela unida de facto) quando em relação a esta já esteja estabelecida a filiação, natural ou adotiva. O que significará que por esta via se poderá tornear facilmente a atual proibição da adoção conjunta por pares do mesmo sexo, deixando-se «entrar pela janela aquilo a que se fechou a porta»: basta que uma das pessoas adote singularmente, ou que uma mulher recorra à procriação artificial num país que não a proíba (os casos mais frequentes na prática), e depois o seu cônjuge, companheira ou companheiro, solicite a coadoção. Dizem os apoiantes do projeto que se trata apenas de proteger situações já existentes. Mas função de uma qualquer lei não é reconhecer factos consumados ou regular situações já existentes, ela vigora para o futuro e abre (ou não) as portas a novas situações. Aqui, trata-se da possibilidade de alcançar, pela via indicada, alguns dos resultados a que chegaria através da legalização da adoção conjunta. É bom ter presente este facto para não cair na ilusão de que o projeto aprovado difere substancialmente dos que foram rejeitados e que admitiam a adoção conjunta por pares do mesmo sexo. Trata-se de uma opção estratégica de alcançar o mesmo resultado de forma gradual e menos ostensiva.

            Corresponde a uma intuição do bem senso, e sempre tal foi afirmado pelos manuais de psicologia do desenvolvimento infantil, que o bem da criança e o seu crescimento harmonioso reclamam a presença de uma figura materna e de uma figura paterna, sendo de todo lamentável a ausência de qualquer delas. Nenhum pai substitui uma mãe, tal como nenhuma mãe substitui um pai. Como afirma o filósofo e teólogo Xavier Lacroix, todos crescemos num duplo jogo de identificação e diferenciação, todos recebemos o amor segundo estas duas cores e estas duas vozes, masculina e feminina, pois nenhuma delas esgota a riqueza do humano. Assumir legalmente a filiação por duas pessoas do mesmo sexo é, de acordo com a filósofa Sylviane Agacinsky, negar violentamente a incompletude e finitude de cada um do sexos em relação ao outro, é simbolizar, aos olhos dos visados e de toda a sociedade, a negação da limitação de cada um dos sexos e, consequentemente, a negação da riqueza da dualidade sexual.

            Não é por acaso que a filiação envolve dois progenitores, não só um, mas também não três ou quatro: porque cada um deles, na sua unicidade, é portador de uma especificidade (a que é própria do seu sexo) que completa e enriquece a do outro.

            O pedopsiquiatra Christian Flavigny, por seu turno, salienta (em Je veux papa et maman – «père- et- mère» congédiés par la loi; Salvator, 2013) como a identidade da criança se constrói a partir da noção de que foi gerada pela união entre o pai e a mãe. Isso é possível quando ela é adotada por um homem e uma mulher, que sempre poderiam ser seus pais biológicos, mas nunca quando é adotada por duas pessoas do mesmo sexo (ou coadotada por uma delas), que nunca poderiam ser seus pais biológicos, como ela sabe. Neste caso, a adoção serve de ficção legal falsificadora e geradora de uma confusão prejudicial à construção dessa identidade. Convenhamos que será difícil explicar a essa criança (numa nova versão da “história da cegonha”) como é que na sua origem pode estar uma relação entre pessoas do mesmo sexo…

            É por estas razões que sempre o regime da adoção foi concebido no sentido de a aproximar da filiação natural, para que a criança adotada se sinta o mais possível semelhante à que é criada pelos pais biológicos. E também para que a criança adotada não se sinta diferente das que o não são, muitos pais adotantes procuram ocultar de outras crianças o facto de ela ser adotada, o que nunca será possível quando é adotada por um par do mesmo sexo.

            Ao contrário do que muitas vezes se diz, não há “consenso científico” a respeito da ausência de malefícios da educação de crianças por pares do mesmo sexo. O estudo mais extenso até hoje realizado, do professor da Universidade do Texas Mark Regnerous, publicado na revista Social Science Research, demonstra o contrário.

            Também foi aprovada recentemente em França a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, associada à possibilidade de adoção. Mas o que a todos surpreendeu e ultrapassou todas as expectativas, foi a mobilização popular de oposição a esse projeto, que continua e não dá sinais de cessar. Realizaram-se, por várias vezes, manifestações das mais numerosas dos últimos anos. Juntaram-se pessoas de sensibilidades muito diferentes: católicos, mas também fieis de outras denominações religiosas e intelectuais laicos e de esquerda. Essa mobilização provocou, de acordo com as sondagens, a inversão da opinião geral a respeito do projeto: de uma aceitação claramente maioritária a uma oposição.

            Um sinal de que não estamos perante “conquistas irreversíveis” contra as quais nada pode fazer-se.

Pedro Vaz Patto

domingo, junho 02, 2013

Não se pode transmitir a fé com cara de enterro, diz papa




O papa afirmou na passada sexta feira  que a transmissão da fé não pode ser feita com cara de enterro, mas com um contentamento genuíno e profundo.

«Nós, cristãos, não estamos muito habituados a falar de alegria», disse Francisco na missa a que presidiu no Vaticano, revela o portal de notícias da Santa Sé.

Depois de apontar que «muitas vezes» os cristãos têm mais gosto no lamento do que no contentamento, o papa salientou que «sem alegria» os crentes não podem ser «livres» e tornam-se «escravos» da «tristeza».

O papa Paulo VI sublinhava que «não se pode levar adiante o Evangelho com cristãos tristes, abatidos» e «desencorajados», recordou Francisco.

«Muitas vezes os cristãos têm mais cara de que estão num cortejo fúnebre do que estão a louvar a Deus», assinalou.

quinta-feira, maio 30, 2013

Papa critica «fiscais da fé» que fecham portas da Igreja





“ Pensai numa mãe solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada.
Atentemos que esta mãe que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas!

E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos fazendo o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral. (...)

 Quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé!"

 (Papa Francisco)

segunda-feira, maio 20, 2013

Londres




Londres (em inglês: London) é a capital e a maior e mais importante cidade da Inglaterra e do Reino Unido. Por dois milênios, foi um grande povoado e sua história remonta à sua fundação pelos romanos, quando foi nomeada Londínio.
 
 O centro de Londres, a antiga City of London, também conhecida como The Square Mile ("a milha quadrada") ou The City, mantém suas fronteiras medievais. Pelo menos desde o século XIX, o nome "Londres" se refere à metrópole desenvolvida em torno desse núcleo.Hoje, a maior parte dessa conurbação constitui a regiãoda Grande Londres,cuja área administrativa tem seu próprio prefeito eleito e assembleia.

sexta-feira, maio 17, 2013

Antalya




Antália (em turco: Antalya) é uma província (iller) do sul da Turquia, situada na região (bölge) do Mediterrâneo (em turco: Akdeniz Bölgesi) com 20 723 km² de superfície e 1 919 729 habitantes (2009).3 A sua capital é a cidade de Antália, cuja população em 2007 era de 775 157 habitantes.
 
A província é o centro da indústria turística da Turquia, atraindo 30% dos turistas que visitam o país. A sua costa tem 657 km, com praias, portos e cidades antigas espalhadas um pouco por todo o lado, sendo uma delas, Xanthos, Património Mundial. A área oriental da província corresponde à antiga Panfília a a região ocidental à antiga Lícia.

quarta-feira, maio 15, 2013

Capadócia




A Capadócia (em turco: Kapadokya, em grego: Καππαδοκία, Kappadokía) é uma região histórica e turística da Anatólia central, na Turquia.

A noção de "Capadócia" é tanto geográfica como histórica, tendo os seus contornos variado consideravelmente, conforme as épocas e pontos de vista. O geógrafo e historiador grego Heródoto considerava que a Capadócia estava delimitada pelos Montes Tauro a sul, pelo Lago Tuz (em turco: Tuz Gölü) a oeste, pelo rio Eufrates a leste, e pelo Mar Negro a norte, uma área que, com algumas variações, foi sucessivamente uma satrapia (província) persa, satrapia do Império Macedónio, Reino da Capadócia e província romana.

E que tal uma voltinha de camelo ?



terça-feira, maio 14, 2013

Bazar das Especiarias de Instambul





O Mercado ou Bazar das Especiarias, ou Bazar Egípcio (em turco: Mısır Çarşısı) é um dos bazares mais antigos e maiores da cidade turca de Istambul, apenas sendo ultrapassado em dimensões pelo Grande Bazar.[nt 1] Está situado no bairro de Eminönü, distrito de Fatih, junto à Mesquita Yeni, da desembocadura do Corno de Ouro, da Ponte de Gálata e próximo da Estação de Sirkeci.