
E Portugal ?
Para quando a revogação da actual lei que liberalizou o aborto- uma das mais extremistas, liberais e arbitrárias do mundo ?







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Destaque
O Gato das Botas
Gato das Botas é uma figura criada em 1697 pelas lendárias fábulas do francês Charles Perrault, mas recentemente o seu protagonismo decorre do facto de ter readquirido especial notoriedade como figura do filme de animação «Shrek 2». 

O mito do exercício físico.
Não se sabe ao certo quantos indivíduos se exercitam regularmente. São os representantes de todos aqueles que aderiram à ideia de que o exercício físico promove a saúde e a longevidade. Buscam um objetivo inatingível. São vítimas do mito do exercício físico!
As diferenças limítrofes existentes entre os riscos e os benefícios induzidos pela prática do exercício físico não estão e, muito menos são definidos pelos seus agentes especializados no seguinte contexto – saúde e longevidade. Em contrapartida e infelizmente, os veículos de informação e a formação de opiniões acerca desta matéria tem alimentado, por interesses outros, esse conceito. Senão vejamos. A pressão exercida pelos meios de comunicação social, conjuntamente com grupos de representantes das mais diferentes categorias profissionais e grupos económicos sobre a sociedade é uma realidade. A “cultura do desporto” espalhou-se por todo o mundo apoiada por bases científicas e sobretudo pelo marketing especializado. Uma valorização consensual aponta para o exercício físico como sendo este o agente principal e o fomentador da saúde e da longevidade da população, ainda como o dinamizador e promotor de uma mais-valia para o bem-estar e para uma melhor qualidade de vida. Pretextos e alegações extravagantes, até mesmo infundadas acerca deste tema têm sido atribuídos a este fenómeno. Um dos media que mais tem influenciado neste contexto é a televisão, super dotada na arte de vender a imagem e a informação da glorificação dos vencedores, das recompensas e com a intensa publicidade em torno dos paradigmas da saúde, da beleza, do poder, do sucesso – do exercício físico. O recente “combate” travado pelos media contra a obesidade é o exemplo tipificado da banalização deste fenómeno, isto é, convenientemente transformaram uma pandemia de graves proporções na escala mundial para a saúde da espécie humana num rentável share de audiências tipo reality show.
Não é de se surpreender que grande parte da população esteja disposta a pagar e investir neste “produto”. E pagam! Sob as alegações das mais surpreendentes, tem-se despendido enormes quantias em equipamentos desportivos, consultas e exames especializados, programas e tratamentos, suplementos e substâncias milagrosas. Dos extremos, podemos enquadrar o doping e, até para se obter resultados menos complexos, o exercício físico tem sido utilizado como um meio para se atingir um fim. Paradoxalmente, neste contexto torna-se ele mesmo num agente nocivo e comprometedor da saúde, ou até mesmo como redutor da própria vida. Deformado pelos tabus e pré conceitos, o exercício físico assume hoje para muitos, como uma alternativa para alguns males e a solução para os menos informados. Os profissionais que interagem direta e indiretamente na área da prescrição e supervisão do exercício físico têm pelas mais variadas razões, procurado incentivar à população para aderirem a esta ideia, quando, muitos destes não reúnem sequer os conhecimentos mais elementares para tal. Como consumidores que são deste conceito também estão sujeitos ao charlatanismo e às hipocondrias da sociedade do consumo. Portanto, temos tudo aqui reunido. O estímulo ao lucro, a sedução da moda e do status quo, a “ciência” que apoia o fenómeno do exercício físico, os media, ou seja, uma carroça muito grande, movida pelo lucro e que transporta uma população ávida para acreditar que esta será a solução para se obter saúde e longevidade. Para os menos lúcidos, não esquecer que a ciência se encontra - ou deveria, estar acima dos modismos e dos interesses de classes.
Assumo neste artigo definitivamente que não sou contra o exercício físico, em toda a sua explanação. Como profissional e praticante do desporto, simplifico tão-somente o reflexo do raciocínio de quem está do outro lado da questão. Aquela sobre a qual poucas pessoas ouvem falar e muitas nem querem saber que elas existem. Os factos não contrariam os prazeres da prática do exercício físico, traduzem apenas que ela poderá ser desastrosa, quando realizada pelas razões e, nas condições impróprias. A verdade poderá servir também, a qualquer custo, como um benefício para o futuro. Na continuidade deste tema, abordaremos os conceitos mais atualizados sobre saúde, exercício físico e longevidade.
Director Técnico | Personal Trainer



Director Técnico | Personal Trainer
Como seria a vida dos portugueses se o país saísse da zona euro?
| Nascemos para criar um grande projecto. E parece que ele não nasce. A folha em branco martiriza-nos e a nossa vida vai-se desenrolando ao lado do grande projecto que tínhamos decidido que era o nosso, aquilo para que nascemos. Vamos criando, vivendo, inspiramo-nos e trabalhamos. Mas achamos sempre que "não era bem isto", frustrados pela pequena folha em branco. Só nos falta abrir os olhos, e ver que o nosso projecto é a grande folha por detrás da pequena, que se vai enchendo e enchendo a nossa vida. No fundo, dando sentido àquilo que verdadeiramente queremos. Aquilo para que nascemos. Que não é aquilo que tínhamos decidido querer. | |
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Sedentarismo e Exercício Físico
Se eu dissesse a todos que possuo uma fórmula que vai fazer com que vivam mais, evitar – e mesmo curar – algumas doenças, viverem mais felizes e torná-los mais fortes e saudáveis, provavelmente estariam dispostos a pagar uma boa quantia por ela. Mas, se eu vos disser que ela é de borla? Provavelmente reagiriam com cepticismo e diriam: “é bom demais para ser verdade”; “ninguém consegue algo por nada, ou melhor, ninguém dá nada sem algo em troca” ou melhor, “se é tão bom assim, porque nem todos a possuem?”.
A verdade é que eu possuo tal fórmula e afirmo, ela não custa nada. Mas vocês não podem tê-la! Devem sim, fazer um investimento, e a fórmula é: praticar exercício físico. E se o investimento for de pelo menos 30 minutos, três vezes por semana num exercício físico moderado a vigoroso, todos poderão obter benefícios para a saúde e bem-estar. Portanto a questão é: “se é tão bom assim, porque nem todos a possuem?”. Provavelmente uma grande maioria tem consciência, a partir das próprias experiências e observações de que a maioria da população não tem feito esse investimento.
Um estudo realizado pela Faculdade de Motricidade Humana a um universo de 6000 portugueses conclui que 77% dos homens são inativos e 64% das mulheres não pratica qualquer tipo de exercício físico. Na população idosa a prevalência da inatividade é um pouco mais reduzida. As crianças são outro grupo onde a intervenção é fundamental. Apenas 30% das crianças portuguesas atingem os 60 minutos de atividade física recomendada por dia, aumentando a prevalência de excesso de peso e obesidade nas camadas mais jovens. O estudo Eurobarometro de 2010 indica que 55% da população portuguesa é inativa e que as doenças associadas ao sedentarismo terão provocado a morte a 7108 pessoas. Neste cenário, o sedentarismo é hoje o maior fator de risco comunitário para a saúde em Portugal, sendo que a diminuição da sua prevalência é um contributo significativo para evitar doenças e aumentar a qualidade de vida. Mas os efeitos negativos de um estilo de vida pouco ativo não se fazem só refletir na doença. Tem também reflexos muito significativos ao nível económico, individual e comunitário. Dados de vários países indicam que este custo é muito elevado (CDC, 2002). Por exemplo, a razão custo/benefício relativamente ao absentismo é de 1/4,9 e às despesas com os cuidados de saúde é de 1/3,4. Para cada euro investido em programas de promoção as saúde envolvendo a atividade física verifica-se uma redução de 4,9 euros nos custos com o absentismo e de 3,4 euros com os cuidados de saúde. Para além deste efeito na economia associada aos segmentos mais produtivos das populações, destaca-se também o facto de em ambos os sexos se verificar nas pessoas sedentárias maiores custos com os cuidados primários de saúde, podendo corresponder a um aumento da ordem dos 30%.
Porquê fazer exercício físico?
Para promover a saúde e o Bem-estar. As pessoas ativas têm mais energia, autoconfiança e resistência à fadiga! Alguns benefícios reconhecidos pela prática regular do exercício físico:
. Reduz o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares, alguns cancros;
. Desenvolve e mantém a capacidade funcional dos ossos, músculos e articulações, ajudando a prevenir a osteoporose;
. Para os jovens, a prática regular de exercício físico têm efeitos benéficos nos seguintes aspetos da saúde: Peso corporal; Força muscular; Aptidão cardiorespiratória; Massa óssea; Pressão arterial; Ansiedade e Depressão.
Adicionalmente, nos jovens:
. Promove um crescimento saudável e aumenta o desempenho escolar;
. Enriquece o reportório psicomotor;
. Ajuda a prevenir e controlar comportamentos de risco, como o tabaco, a violência, o álcool, a dependência a outras substâncias e a adesão a dietas pouco saudáveis.
Prof. Luiz Santos

Portugal tem a segunda taxa de fecundidade mais baixa do mundo, o que na prática significa que as mulheres portuguesas estão entre as que têm menos filhos.
Em média, cada mulher portuguesa tem apenas 1,3 filhos, muito abaixo do necessário para renovar a população. Este número encontra-se no Relatório sobre a Situação da População Mundial em 2011, feito pelo Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) e que está a ser apresentado em várias capitais mundiais.
Numa altura em que a população mundial se prepara para chegar à barreira dos 7 mil milhões de habitantes, os especialistas salientam que nos países ricos as baixas taxas de fecundidade são uma preocupação.
Neste relatório, as Nações Unidas admitem que «a falta de mão-de-obra ameaça bloquear as economias de alguns países industrializados».
As baixas taxas de fecundidade significam menos pessoas a entrar no mercado de trabalho, numa tendência que põe em causa o crescimento económico e a viabilidade da segurança social.
Noticia TSF
Ministro afasta alteração à lei do Aborto
Noticia TVI 24
Como podemos ver nas duas notícias acima, Portugal é o 2º pais do mundo com a taxa de fecundidade mais baixa. Estamos em crise, um país em bancarrota onde teve que entrar o FMI, e .... o ministro Paulo Macedo diz que gastar mais de 100 milhões de euros em abortos" é um regime para manter."
Além de pouco inteligente é teimoso!
Cláudio Anaia


| Ao entrar no Museu, os Mobiles de Calder mostram “a velocidade lenta com que se move, a calma dessa velocidade, desse tempo”. Parece que são, à partida, dois termos concorrentes e inconciliáveis. Ou se está calmo ou se anda em velocidade. Começa o ano de trabalho e fica para trás a calma das férias para entrar na velocidade do horário, da agenda, dos transportes. Ainda a ganhar velocidade (aí está) de cruzeiro, permanece a nostalgia de se ter perdido um tempo dourado de dias livres para serem ocupados com o que se quiser. Mas se “Setembro é o mês de reunião e de comunhão”, seria um grande desafio para os leitores do Essejota conciliar algo que não é óbvio, mas que continua a ser tão necessário quanto possível. Um dia-a-dia veloz movido pela calma. Onde tudo o que acontece encaixa perfeitamente num espaço definido de liberdade e objectivos concretos que definem quem sou e o que quero ser. Um espaço de contemplação de fins e metas, de segredos e desejos, de escuta de Palavras que só poderão ser as de Deus. Uma velocidade que não viva da calma e nela encontre a sua razão de ser, ficará como um conjunto de dias monótonos, que não trazem nada de novo. Se não podemos fugir da velocidade, façamos dela uma oportunidade de visitar constantemente novos campos de expansão da nossa bondade pessoal. Esta, na calma de quem sabe estar onde está, porque sabe com Quem está. | |
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Num mês, o governo mudou de estratégia e vai adoptar no Orçamento do Estado para 2012 um plano de consolidação orçamental que depende em grande medida de cortes em salários na função pública e nas pensões. O anúncio chegou na quinta-feira, com uma comunicação ao País do primeiro-ministro, que garantiu não ter outra hipótese.Os funcionários públicos e os pensionistas do Estado vão ficar sem subsídio de férias e de Natal.
Pedro Passos Coelho acabou de anunciar que o pagamento do 13º e do 14º mês vai ficar suspenso durante a vigência do programa de ajustamento, ou seja, até 2013. A medida visa tanto os trabalhadores no activo como os reformados que recebem pensão pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) e atinge todos os salários superiores a 1.000 euros mensais.
Quem tiver rendimentos entre o salário mínimo - 485 euros - e os 1.000 euros será alvo de uma taxa progressiva que, na prática, vai corresponder à perda de um subsídio.
No discurso ao País, Pedro Passos Coelho argumentou que a derrapagem orçamental da primeira metade do ano vai obrigar a um "esforço redobrado" para cumprir as metas do défice. Nesse sentido, o Governo decidiu avançar com medidas fortes e estruturais a partir do próximo ano, tais como a de cortar o 13º e 14º meses à Função Pública.
Ver demasiada televisão é tão perigoso como fumar ou ter excesso de peso, um "comportamento sedentário" que deve ser abordado como um "problema de saúde pública". Estas são as conclusões extraídas de um estudo segundo o qual qualquer pessoa que passe seis horas por dia em frente à TV corre o risco de morrer cinco anos mais cedo que indivíduos mais activos.
