
Um não dito com convicção é melhor e mais importante
que um sim dito meramente para agradar, ou,
pior ainda, para evitar complicações


Cerca de quatro dezenas de jovens reuniram-se para a apresentação do movimento Diz Que Não

A interpretação é feita pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) face aos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes ao número de nascimentos no País.O presidente da APFN, Fernando Castro, explica: “Para haver uma renovação de gerações era necessário que nascesse uma média de 2,1 filhos por cada mulher.
Para que isso acontecesse seriam necessários mais 47 mil nascimentos. Ora isso não acontece, porque a média de nascimentos por cada mulher é de apenas 1,4.”O panorama da fecundidade em Portugal é ainda mais negro, segundo Fernando Castro – pai de 13 filhos, com idades que variam entre os quatro e os 32 anos. É que desde 1983 tem-se registado uma diminuição contínua do número de partos. A consequência do défice demográfico traduz-se em números: nasceram menos 900 mil crianças.“Essa falta de nascimentos faz com que hoje se fechem escolas, a seguir as universidades também serão encerradas”, afirma.
FUTURO “DRAMÁTICO”
Fernando Castro sublinha que as perspectivas futuras “são dramáticas, uma vez que gente que não nasce não vai estar a trabalhar e por isso não haverá pessoas suficientes para pagar as pensões de reforma e contribuir para a sustentabilidade da Segurança Social”.Esta conclusão leva o dirigente da APFN a defender que o número de filhos devia ser um factor a entrar para o cálculo da pensão de reforma das famílias. Pela mesma lógica, Fernando Castro considera o referendo sobre o aborto “um disparate”.
In Correio da Manhã - 2006-12-02




Depois de um fim de semana com passeios pelo o centro da cidade de bebidas e comidas quentes, eis que chega hoje o dia de visitar um dos principais locais historicos da cidade : O museu Olimpico.
Espetacular é assim que defino este museu onde se pode ver ao "vivo e a cores" as medalhas de todos jogos olimpicos ou peças de vestuario e calçado de vários campeões por todos nôs conhecidos .
Num local de grande organização e de uma equipa de acolhimento fantastica e muito simpatica.
Espero cá voltar, para permenores consulte o site : http://www.olympic.org/uk/index_uk.asp












"O desastre não irá acontecer num futuro fictício, dentro de muitos e muitos anos, mas a tempo de atingir a esta geração."
Nicholas Stern
Os Governates em nome do lucro, começam a comprometer as póximas gerações.
Um relatório hoje divulgado alertou para o risco de o aquecimento global causar o encolhimento em 20% da economia do mundo, caso não haja uma ação imediata e vigorosa para se conter o problema.
O estudo, encomendado pelo governo britânico e conduzido pelo ex-economista-chefe do Banco Mundial Nicholas Stern, diz que, se o planeta mantiver as emissões de carbono no ritmo atual, a temperatura da Terra poderia subir até cinco graus dentro dos próximos cem anos, com graves conseqüências.
Stern disse que, se forem tomadas medidas imediatas para se combater o problema, o custo dessas medidas seriam equivalente a se pagar somente “1% a mais por tudo”, o que, segundo ele, seria viável.
O desastre não irá acontecer em um futuro fictício, dentro de muitos e muitos anos, mas a tempo de atingir a esta geração.
Para ele, o aquecimento global atingirá todos os países, mas os países pobres serão os que mais sofrerão.









As “batalhas” do aborto parece que começam por questões semânticas, pelas palavras. Afinal, no referendo que se aproxima, está em discussão a despenalização e descriminalização do aborto, ou, antes, a sua legalização e liberalização?
Os partidários do sim preferem falar em descriminalização, ou mesmo em simples despenalização, e não em legalização ou liberalização. É provável que a pergunta a submeter a referendo venha a ser formulada desse modo. Mas não estará, antes, em causa a legalização e liberalização do aborto?
Compreende-se a preferência dos partidários do sim pelas expressões descriminalização e despenalização. Têm uma conotação mais moderada e menos radical, e poderão ir de encontro ao sentir de muitas pessoas que afirmam que «são contra o aborto, mas não querem que as mulheres sejam penalizadas». Estas pessoas poderão defender a despenalização, mas, porque «são contra o aborto», não aceitarão que o Estado passe a colaborar activamente na sua prática. Ora, no referendo não está em jogo apenas (e sobretudo) a despenalização ou descriminalização do aborto (esta poderia verificar-se sem que o aborto passasse a ser lícito, a ter cobertura legal e a ser realizado com a colaboração activa do Estado), está em jogo a sua legalização e liberalização.
Se vencer o sim, o aborto realizado até às dez semanas de gravidez por vontade da mulher passará a ser lícito, passará a ter cobertura legal e passará a ser praticado com a colaboração activa do Estado (o Ministro da Saúde até tem lamentado o facto de, actualmente, se realizarem nos hospitais públicos abortos em número que considera reduzido). Daí que se deva falar em legalização.
E, no que se refere a tal período da gravidez, essa licitude não depende da verificação de qualquer pressuposto para além da simples vontade da mulher. Deixará de vigorar um regime de “indicações”, como se verifica no regime legal vigente, em que a licitude do aborto não depende da simples vontade da mulher, mas da verificação de alguma das seguintes situações: perigo para a vida da mulher, grave perigo para a saúde da mulher, malformação ou doença grave e incurável do nascituro ou gravidez resultante de violação. Não estaremos perante um alargamento a outro tipo de “indicações” (razões sócio-económicas, por exemplo, como se verifica na legislação italiana ou outras). Estaremos perante um regime de aborto livre ou aborto a pedido. Daí que se deva falar em liberalização.
Alguns exemplos poderão ajudar-nos a compreender estas distinções entre descriminalização (ou despenalização) e legalização (ou liberalização).
Nem todas as condutas ilícitas são crimes. A falta de pagamento de dívidas, por exemplo, não é crime, mas não deixa de ser uma conduta ilícita. Os crimes são condutas ilícitas particularmente graves, porque atingem valores fundamentais e estruturantes da vida comunitária.
Há alguns anos, foi descriminalizado (e despenalizado) o consumo de droga. Mas isso não tornou o consumo de droga uma conduta lícita. O consumo de droga passou a ser considerado uma contra-ordenação, uma infracção menos grave do que um crime, sancionada com coima (e não com pena). O consumo de droga não passou a ser livre, a venda de droga não passou a ser livre, nem o Governo passou a fornecer droga a quem o queira. Isto porque o consumo de droga não foi legalizado ou liberalizado. Mas tal sucederá com o aborto até às dez semanas, se vencer o sim. O Estado passará a garantir a sua prática livre, e até em instituições públicas ou com o recurso a financiamento público.
Também foi descriminalizada a emissão de cheque sem provisão em determinadas circunstâncias (quanto aos chamados cheques “pré-datados” ou aos cheques de reduzido valor). Isso não significa que a emissão de cheque sem provisão nessas circunstâncias tenha passado a ser lícita (não foi legalizada). Não deixa de haver uma responsabilidade civil, uma obrigação de indemnização que recai sobre a pessoa que emite o cheque.
O exercício da prostituição também está descriminalizado e despenalizado. Mas esta actividade não tem actualmente entre nós (ao contrário do que se verifica na Holanda) cobertura legal e a exploração da prostituição (o proxenetismo ou “lenocínio”) é criminalizada. Há, por isso, quem defenda a legalização dessa actividade entre nós, que é, assim, diferente da sua descriminalização e despenalização.
Outros esclarecimentos se impõem, ainda.
Parece que os partidários do sim preferem, agora, falar em despenalização, e não em descriminalização. E que a pergunta a submeter a referendo incluirá a primeira dessas expressões. Compreende-se que assim seja, pelas razões atrás invocadas. A expressão é ainda mais suave, inegavelmente. Mas não é correcta (é, para este efeito, ainda menos correcta do que descriminalização) .
Embora, normalmente, descriminalização e despenalização coincidam (como nos exemplos atrás referidos), porque ao crime corresponde, em princípio, uma pena, poderia verificar-se uma despenalização sem descriminalização. O Código Penal prevê, nalgumas situações, a dispensa de pena quando se verifica a prática de um crime. Na proposta de alteração do regime penal do aborto em tempos sugerida pelo Prof. Freitas do Amaral, o aborto continuaria a ser crime (uma conduta objectivamente censurável como tal definida pela Lei), mas estaria, em regra, excluída a culpa da mulher, por se verificar uma situação de “estado de necessidade desculpante”, o que afastaria a aplicação de qualquer pena. Mas não é nada disto que se verifica na proposta a submeter a referendo. De acordo com essa proposta, o aborto realizado, por vontade da mulher grávida, nas primeiras dez semanas de gravidez e em estabelecimento legalmente autorizado, será descriminalizado.
Importa também esclarecer que não são necessárias a descriminalização e despenalização do aborto para evitar a prisão, e até o julgamento, das mulheres que abortam.
Quanto à prisão, esta é, no nosso sistema penal, um último recurso (não o primeiro, nem o principal). Não há notícia de mulheres condenadas por aborto em pena de prisão. Em relação a muitos outros crimes (injúrias, difamação, condução ilegal, condução em estado de embriaguez) está prevista a pena de prisão, mas esta não se aplica na prática, sobretudo quando se trata de uma primeira condenação. E mesmo o julgamento dessas mulheres pode ser evitado, através do recurso à suspensão provisória do processo.
No fundo, o essencial da questão a discutir no referendo não reside na realização de julgamentos das mulheres que abortam (estes podem ser evitados no actual quadro legal). E não reside sequer na criminalização ou descriminalização do aborto. Reside, antes, na sua legalização e liberalização. Reside em saber se o Estado deve facilitar e colaborar activamente na prática do aborto ou se, pelo contrário, deve colaborar activamente na criação de condições que favoreçam a maternidade e a paternidade, alternativas ao aborto que todos reconhecerão como mais saudáveis e mais portadoras de felicidade para a mulher, o homem e a criança.
Pedro Vaz Pinto

O tempo não passa….. corre !
Faz hoje três anos que este blog foi criado.
Como em tudo na vida há quem goste muito, há que não goste nada.
Fica aqui a minha promessa de este espaço para partilhar as minhas particularidades e actualidades e a todos aqueles que queiram de forma construtiva dar a sua opinião.
Obrigado a todos pelas 28 219 visitas .
O Instituto Português de Oncologia (IPO) está a angariar filmes VHS para os doentes da unidade de transplantes que estão em isolamento.
Não quero voltar,
No âmbito do Dia Internacional da Paz, celebrado ontem 21 de Setembro, a secção portuguesa da Pax Christi propôs um concurso para promover junto dos jovens a reflexão sobre a paz e ao mesmo tempo incentivar a sua criatividade sobre o tema “Viver juntos na Escola”.
Trata-se de um concurso europeu, organizado em parceria com as secções alemã, britânica, francesa e belga do movimento e destina-se a todos os jovens, entre os 15 e os 18 anos, que frequentam o ensino secundário público, privado e cooperativo.
A partir da interpelação “A Paz também depende de ti!”, os jovens, em equipas de quatro, são convidados a analisar os comportamentos escolares que podem estar na origem de conflitos e criar, numa sequência com a duração máxima de 2 minutos (em Power Point), um «spot» de sensibilização convidando os colegas a modificar um desses comportamentos.
O prémio será uma viagem-encontro sobre o tema “Viver juntos na Europa”, com as equipas vencedoras dos países participantes: França, Reino Unido, Alemanha, Bélgica e Portugal.
Porque é urgente aprender a viver juntos e convencidos que a paz depende de todos, agradecemos antecipadamente toda a divulgação possível desta iniciativa.
Mais informações e material para divulgação disponíveis em: http://paxchristiportugal.no.sapo.pt/.

Dedico este texto ao amor da minha vida, o Senhor Jesus .......
Ele é a minha força a minha Salvação.
Oro que para todos homens entendam que só Ele é o caminho a verdade e a vida
O Senhor é a minha força
Ele faz os meus pés como os da corsa
O Senhor, o soberano
Me faz andar em lugares altos
Ele me faz andar
Ele me faz andar
Ele me faz andar em lugares altos
Ele me faz andar
Ele me faz andar
Ele me faz andar em lugares altos
Acima dos problemas , acima das tribulações
Acima do pecado, acima das tentações
Acima das minhas dores, acima das perseguições
Acima deste mundo, acima das desilusões
O Senhor...Acima dos problemas...
Mais puro,mais puro, mais puro, mais puro
Mais santo, mais santo, mais santo, mais santo
Mais livre, mais livre, mais livre, mais livre
Mais alto, mais alto, mais alto, mais alto
Mais perto de Ti, mais perto de Ti ,mais perto de Ti ,mais perto de Ti
Mais perto de Ti, mais perto de Ti, mais perto de Ti, mais perto de Ti
Texto : Ana Paula Valadão


Foi com alegria que aceitei o convite para ter um programa para conversar com homens e mulheres que partilham comigo e ouvintes a sua caminhada com Deus.
Hoje terei o primeiro programa, numa entrevista com o Dr. Bagão Felix.
As Conversas serão todas as sextas feiras as 19 horas em www.netradiocatolica.com