segunda-feira, abril 03, 2006

Filme da Semana :O Tigre e a Neve



Excelente filme !

Um grande filme de Roberto Benigni, sobre o amor como o mais revolucionário dos sentimentos. 2003. A guerra no Iraque torna-se cada vez mais ameaçadora. Em Roma, Attilio (Roberto Benigni), poeta, está apaixonado por Vittoria (Nicoletta Braschi) e todas as noites sonha com o casamento de ambos. Mas Vittoria não mostra interesse por ele e perde a paciência perante os esforços de sedução deste poeta teimoso e irracionalmente apaixonado. Um dia, Attilio recebe uma chamada de um grande poeta iraquiano (Jean Reno), cuja biografia Vittoria está a escrever em Bagdad. Vittoria foi vítima de um dos primeiros bombardeamentos anglo-americanos na cidade e está moribunda no hospital. Animado pelo seu amor louco e a fim de salvar a sua amada, Attilio parte para o Iraque...

sexta-feira, março 31, 2006




"Ter problemas na vida é inevitavel, ser derrotado por eles é Opcional "

quinta-feira, março 23, 2006

Lealdade



“ Nos homens a lealdade é dos valores que mais admiro “

Cláudio Anaia

terça-feira, março 21, 2006

Esquizofrénia


" Estaremos nôs a viver num mundo cada vez mais esquizofrénico ? "
Cláudio Anaia

domingo, março 19, 2006


“ Antes de cometer um erro, pensa bem nas consequências que dai advém “

Cláudio Anaia

domingo, março 12, 2006

Construir



"Os Homens concentram-se mais tempo a falar e a ouvir do que a fazer"

Cláudio Anaia

sábado, março 11, 2006

Silêncio



"Na vida o silencio é mais arrasador do que uma conversa com mais de mil palavras"

Cláudio Anaia

quinta-feira, março 09, 2006

quarta-feira, março 08, 2006

Dia de S Receber



Embora falar da arte
Da arte de sobreviver
Daquela que se descobre
Quando não há que comer
Há os que roubam ao banco
Os que não pagam por prazer
Os que pedem emprestado
E os que fazem render
Este dia a dia é duro
É duro de se levar
É de casa pró trabalho
E do trabalho pró lar
Leva assim uma vida
Na boínha sem pensar
Mas há-de chegar o dia
Em que tens de me pagar
Ai é o dia De S. Receber
Dia de S. Receber
Já não chega o que nos
Tiram à hora de pagar
É difícil comer solas
Estufadas ao jantar
De histórias mal contadas
Anda meio mundo a viver
Enquanto o outro meio
Fica à espera de receber
Ai é o dia de S. Receber
Dia de S. Receber
Ai a minha vida
Ai a minha vida
É assim esta diálise
Entre o deve e o haver
Sei que para o patrão custa
Enfrentar este dever
O dinheiro para mim não conta
Eu trabalho por prazer
Mas o dia que eu mais gosto
É o dia de S. Receber
letra: Tim
música: Xutos & Pontapés

terça-feira, março 07, 2006

Mensagem de Quaresma



MENSAGEM DE SUA SANTIDADE O PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA DE 2006

«Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas» (Mt 9, 36).
Caríssimos irmãos e irmãs!

A Quaresma é o tempo privilegiado da peregrinação interior até Àquele que é a fonte da misericórdia. Nesta peregrinação, Ele próprio nos acompanha através do deserto da nossa pobreza, amparando-nos no caminho que leva à alegria intensa da Páscoa. Mesmo naqueles «vales tenebrosos» de que fala o Salmista (Sl 23, 4), enquanto o tentador sugere que nos abandonemos ao desespero ou deponhamos uma esperança ilusória na obra das nossas mãos, Deus guarda-nos e ampara-nos. Sim, o Senhor ouve ainda hoje o grito das multidões famintas de alegria, de paz, de amor. Hoje, como aliás em todos os períodos, elas sentem-se abandonadas.
E todavia, mesmo na desolação da miséria, da solidão, da violência e da fome que atinge indistintamente idosos, adultos e crianças, Deus não permite que as trevas do horror prevaleçam. De facto, como escreveu o meu amado Predecessor João Paulo II, há um «limite imposto ao mal, (…) a Misericórdia Divina» (Memória e identidade, 58). Foi nesta perspectiva que quis colocar, ao início desta Mensagem, a observação evangélica de que «Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas» (Mt 9, 36). À luz disto, queria deter-me a reflectir sobre uma questão muito debatida pelos nossos contemporâneos: o desenvolvimento. Também hoje o «olhar» compassivo de Cristo pousa incessantemente sobre os homens e os povos.
Olha-os ciente de que o «projecto» divino prevê o seu chamamento à salvação. Jesus conhece as insídias que se levantam contra esse projecto, e tem compaixão das multidões: decide defendê-las dos lobos, mesmo à custa da sua própria vida. Com aquele olhar, Jesus abraça os indivíduos e as multidões e entrega-os todos ao Pai, oferecendo-Se a Si mesmo em sacrifício de expiação.
Iluminada por esta verdade pascal, a Igreja sabe que, para promover um desenvolvimento integral, é necessário que o nosso «olhar» sobre o homem seja idêntico ao de Cristo. De facto, não é possível de modo algum separar a resposta às necessidades materiais e sociais dos homens da satisfação das necessidades profundas do seu coração. Isto deve ser ressaltado muito mais numa época como a nossa, de grandes transformações, em que nos damos conta de forma cada vez mais viva e urgente da nossa responsabilidade em relação aos pobres do mundo.
Já o meu venerado Predecessor Papa Paulo VI com exactidão classificava os danos do subdesenvolvimento como uma subtracção de humanidade. Neste sentido, ele denunciava, na Encíclica Populorum progressio, «as carências materiais dos que são privados do mínimo vital, e as carências morais dos que são mutilados pelo egoísmo... as estruturas opressivas, quer provenham dos abusos da posse ou do poder, da exploração dos trabalhadores ou da injustiça das transacções» (n. 21). Como antídoto para esses males, Paulo VI sugeria não só «a consideração crescente da dignidade dos outros, a orientação para o espírito de pobreza, a cooperação no bem comum, a vontade da paz», mas também «o reconhecimento, pelo homem, dos valores supremos, e de Deus que é a origem e o termo deles» (ibid.). Nesta linha, o Papa não hesitava em propor, «finalmente e sobretudo, a fé, dom de Deus acolhido pela boa vontade do homem, e a unidade na caridade de Cristo» (ibid.). Por conseguinte, o «olhar» de Cristo sobre a multidão obriga-nos a afirmar os verdadeiros conteúdos daquele «humanismo total» que, sempre segundo Paulo VI, consiste no «desenvolvimento integral do homem todo e de todos os homens» (ibid., n. 42). Por isso, a primeira contribuição que a Igreja oferece para o desenvolvimento do homem e dos povos não se consubstancia em meios materiais nem em soluções técnicas, mas no anúncio da verdade de Cristo que educa as consciências e ensina a autêntica dignidade da pessoa e do trabalho, promovendo a formação duma cultura que corresponda verdadeiramente a todas as exigências do homem.
À vista dos tremendos desafios da pobreza de grande parte da humanidade, a indiferença e a encerramento no próprio egoísmo apresentam-se em contraste intolerável com o «olhar» de Cristo. O jejum e a esmola, juntamente com a oração, que a Igreja propõe de modo especial no período da Quaresma, são uma ocasião propícia para nos conformarmos àquele «olhar». Os exemplos dos Santos e as múltiplas experiências missionárias que caracterizam a história da Igreja constituem indicações preciosas quanto ao melhor modo de apoiar o desenvolvimento. Mesmo neste tempo da interdependência global, pode-se verificar como nenhum projecto
económico, social ou político substitua aquele dom de si mesmo ao outro que brota da caridade.
Quem age segundo esta lógica evangélica, vive a fé como amizade com o Deus encarnado e, como Ele, provê às necessidades materiais e espirituais do próximo. Olha-o como mistério incomensurável, digno de infinito cuidado e atenção. Sabe que, quem não dá Deus, dá demasiado pouco; como dizia frequentemente a Beata Teresa de Calcutá, a primeira pobreza dos povos é não conhecer Cristo. Por isso, é preciso levar a encontrar Deus no rosto misericordioso de Cristo: sem esta perspectiva, uma civilização não é construída sobre bases sólidas.

Graças a homens e mulheres obedientes ao Espírito Santo, surgiram na Igreja muitas obras de caridade, visando promover o desenvolvimento: hospitais, universidades, escolas de formação profissional, micro-empresas. São iniciativas que, muito antes de outras fórmulas da sociedade civil, deram provas de sincera preocupação pelo homem por parte de pessoas animadas pela mensagem evangélica. Estas obras apontam uma estrada por onde guiar também o mundo de hoje para uma globalização que tenha, ao centro, o verdadeiro bem do homem e conduza assim à paz autêntica. Com a mesma compaixão que tinha Jesus pelas multidões, a Igreja sente hoje também como sua missão pedir, a quem tem responsabilidades políticas e competências no poder económico e financeiro, que promova um desenvolvimento baseado no respeito da dignidade de todo o homem. Um indicador importante deste esforço há-de ser a liberdade religiosa efectiva, entendida como possibilidade não simplesmente de anunciar e celebrar Cristo, mas de contribuir também para a edificação de um mundo animado pela caridade. Há que incluir neste esforço também a efectiva consideração do papel central que desempenham os autênticos valores religiosos na vida do homem enquanto resposta às suas questões mais profundas e motivação ética para as suas responsabilidades pessoais e sociais. Tais são os critérios sobre os quais os cristãos deverão aprender também a avaliar com sabedoria os programas de quem os governa.

Não podemos esconder que foram cometidos erros ao longo da história por muitos que se professavam discípulos de Jesus. Não raramente eles, confrontados com problemas graves, pensaram que se deveria primeiro melhorar a terra e depois pensar no céu. A tentação foi considerar que, perante necessidades urgentes, se deveria em primeiro lugar procurar mudar as estruturas externas. Para alguns, isto teve como consequência a transformação do cristianismo num moralismo, a substituição do crer pelo fazer. Por isso, com razão observava o meu Predecessor, de venerada memória, João Paulo II: «A tentação hoje é reduzir o cristianismo a uma sabedoria meramente humana, como se fosse a ciência do bom viver. Num mundo fortemente secularizado, surgiu uma gradual secularização da salvação, onde se procura lutar sem dúvida pelo homem, mas por um homem dividido a meio, reduzido unicamente à dimensão horizontal. Ora, nós sabemos que Jesus veio trazer a salvação integral» (Enc. Redemptoris missio, 11).

É precisamente a esta salvação integral que a Quaresma nos quer guiar, tendo em vista a vitória de Cristo sobre todo o mal que oprime o homem. Quando nos voltarmos para o Mestre divino, nos convertermos a Ele, experimentarmos a sua misericórdia através do sacramento da Reconciliação, descobriremos um «olhar» que nos perscruta profundamente e que pode reanimar as multidões e cada um de nós. Esse olhar devolve a confiança a quantos não se fecharem no cepticismo, abrindo à sua frente a perspectiva da eternidade feliz. Portanto, já na história – mesmo quando o ódio parece prevalecer –, o Senhor nunca deixa faltar o testemunho luminoso do seu amor. A Maria, «fonte viva de esperança» (Dante Alighieri, Paraíso, XXXIII, 12), confio o nosso caminho quaresmal, para que nos conduza ao seu Filho. De modo particular confio a Ela as multidões que, provadas ainda hoje pela pobreza, imploram ajuda, apoio, compreensão. Com estes sentimentos, a todos concedo de coração uma especial Bênção Apostólica.


BENEDICTUS PP. XVI

segunda-feira, março 06, 2006

Oscar Melhor Filme : Crash


Uma dona de casa e o seu marido advogado estatal.Um persa dono de uma loja.Dois polícias detectives que são também amantes. Um director de televisão afro-americano e a sua mulher.Um mexicano serralheiro.Dois ladrões de automóveis. Um polícia recruta. Um casal coreano de meia idade....Todos vivem em Los Angeles. E durante as próximas 36 horas irão entrar em colisão.
[ www.7arte.net ]

sábado, março 04, 2006

O que é o Amor ?


"Quando minha avó ficou com artrite, e deixou de poder dobrar-se para pintar as unhas dos pés, o meu avô passou a pintar as unhas dela, apesar de ele também ter muita artrite."Rebecca, 8 anos.

"Amor é quando uma menina põe perfume e o menino põe loção pós- barba, depois saem juntos e se cheiram um ao outro."Karl, 5 anos.

"Amor é ter um namorado e ser -lhe sempre fiel ."Lauren, 4 anos.

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, apesar de se conhecerem há muito tempo.."Tommy, 6 anos.

"Quando alguém te ama, a forma de dizer o teu nome é diferente..."Billy, 4 anos.

"Amor é quando tu sais para comer e ofereces as tuas batatinhas fritas sem esperares que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela."Chrissy, 6 anos.

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, para ter certeza que está ao gosto dele."Danny, 6 anos.

"Se queres aprender a amar melhor, deves começar com um amigo de quem não gostas."Nikka, 6 anos.

"Quando contas a alguém alguma coisa feia sobre ti próprio, e ficas com medo que essa pessoa por causa disso deixe de gostar de ti, aí ficas mesmo surpreendido, quando descobres que não só te continuam amando, como ainda te amam mais!"Samantha, 7 anos.

"Há dois tipos de amor: o nosso amor e o amor de Deus. Mas o amor de Deus consegue juntar os dois."Jenny, 4 anos.

"Amor é quando a nossa mãe vê o nosso papai chegar suado e mal cheiroso, e ainda diz que ele é mais bonito que o Robert Redford!"Chris, 8 anos.

Quando amas alguém, os teus olhos sobem e descem, e pequenas estrelas saem de ti!"Karen, 7 anos.

"Amor é quando o teu cão te lambe a cara, mesmo depois de o teres deixado sózinho o dia inteiro."Mary Ann , 4 anos.

Pros adultos, amor é fogo que arde sem se ver...:)

E POR FIM "Amor é quando a gente recebe estas mensagens lindas e o partilha com os nossos amigos" ....

quarta-feira, março 01, 2006

Filme da Semana : " Vai e Vive "



Este é um dos melhores filmes vistos por mim nestes últimos anos .

1984. Milhares de africanos oriundos de 26 países devastados pela fome encontram-se nos campos do Sudão. Numa iniciativa conjunta de Israel e dos Estados Unidos, é levada a cabo uma acção - a acção Moisés - para levar os milhares de Judeus etíopes para Israel. Uma mãe cristã obriga então o seu filho a declarar-se judeu para o salvar da fome e da morte. O rapaz chega à Terra Santa. Declarado órfão, é adoptado por uma família francesa sefardita que vive em Telavive. Vive no medo que o seu segredo, a sua dupla mentira, sejam descobertos: ele não é nem órfão, nem judeu, é apenas negro. Ele vai descobrir o amor, a cultura ocidental, o judaísmo, mas também a guerra e o racismo dos territórios ocupados. Vai tornar-se judeu, francês, israelita... uma verdadeira torre de Babel. Mas ele nunca esquecerá a sua verdadeira mãe, que ficou sozinha nos campos e que ele sonha um dia poder reencontrar.

PUBLICO.PT

terça-feira, fevereiro 28, 2006

Ser criticado

Sempre gostei de pessoas de quem os outros habualmente falam mal. Uma vez que, na maioria dos casos, estas pessoas têm conteúdo. Algo, invejado por esses que criticam .

Bolas de Manteiga


Uma querida colega de trabalho, tem um blog muito interessante e que aconselho todos a irem ver :

http://www.bolasdemanteiga.blogspot.com/

Vai valer a pena ! :)

sábado, fevereiro 25, 2006

Agressividade e Violência



Nunca te esqueças que sempre que usares sobre o teu semelhante agressividade ou violência estas a tornar –te um verdadeiro ignorante