Relance 145
Cardeal exorta cristãos a terem intervenção política
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) exortou ontem os cristãos a terem intervenção política, «em todas a frentes onde se decida a construção de um Portugal democrático com qualidade». Na abertura da Assembleia Plenária da CEP, a decorrer em Fátima até quinta-feira, o cardeal D. José Policarpo afirmou que, «através deles a Igreja tem de estar na política, porque quer participar na construção de um Portugal melhor».
«Com a mesma clareza que assumimos que nós, os pastores, não nos imiscuímos na política partidária, desafiamos os fiéis leigos a empenharem-se» na construção de um país melhor, «com generosidade, com a lucidez das opções claras e da definição de objectivos válidos», disse o Presidente da CEP.
Aos pastores, isto é, aos bispos e padres, segundo D. José Policarpo, cabe «iluminar» os católicos «com a doutrina da Igreja acerca das grandes questões da sociedade».
«Como sempre, talvez mais do que nunca, a intervenção doutrinal é um elemento importante no processo dinâmico e transformador que deve animar sempre um corpo vivo, como o é uma sociedade organizada», disse o Patriar-ca de Lisboa, acrescentando que «o quadro democrático, em que o sentir colectivo decide do quadro institucional e inspira as leis, parece-nos indiscutível».
Há modelos de sociedade contra a Igreja
Falando perante os bispos católicos de Portugal, D. José da Cruz Policarpo defendeu que, «para que não se caia na rotina de mecanismos democráticos formais, é preciso enriquecer o nosso conviver com a educação, alargar o acesso à cultura, aprofundar o discernimento lúcido dos problemas e das situações, criar consensos para aquelas que não podem esperar ou ficar sujeitas à dialéctica da luta política».
Rejeitando que a Igreja seja de esquerda ou de direita, podendo «os cristãos, individualmente, sê-lo», o Patriarca de Lisboa sublinhou, no entanto, que «tanto à esquerda, como à direita, há modelos de sociedade que não cabem no quadro da doutrina social da Igreja».
Abordando os 30 anos do “25 de Abril” – em 1974 a Conferência Episcopal estava reunida em Fátima no dia da Revolução –, D. José Policarpo referiu-se à questão da «revolução» ou «evolução», que tem originado alguma polémica entre o Governo e a oposição.
Sobre as análises que têm sido feitas à intervenção da Igreja Católica portuguesa no “25 de Abril”, o prelado disse que se situam «num leque muito aberto, que vai daqueles que a acusam de se ter aliado à direita e ter sido uma das forças que contrariou Abril, até aos que gostariam, no momento presente da nossa vida nacional, de a ver mais interventiva».
Na sua intervenção, D. José Policarpo sublinhou ainda o tempo pascal, para evocar a Sexta-feira Santa e a Via-Sacra, pela qual, disse, «passaram os horrores das diversas guerras que dilaceram, neste momento, a família humana e entre as quais temos dificuldade em identificar alguma que seja justa».
«Ali ecoaram os gritos de tantas vítimas inocentes, o pânico de populações assustadas com o fenómeno irracional do terrorismo», disse, também, D. José Policarpo, para quem «o mundo tem o direito de esperar da Igreja, na sua palavra e no seu testemunho, que ela seja agora, neste momento concreto, “casa da comunhão”, foco de esperança e de serenidade, determinação em lutar pelo homem e pela vida, pela sua dignidade e pelo seu direito à felicidade».
[2004-04-20 - 09:59] [Redacção/Lusa]
quinta-feira, abril 22, 2004
quarta-feira, abril 21, 2004
Relance 144
.
O destino e as mãos
Numa cidadezinha modesta havia um grande sábio. A ele toda a população recorria em busca de ensinamentos e orientação para a vida. Havia, também, um menino que não aceitava a autoridade do sábio e vivia articulando uma forma de desmoralizá-lo perante a opinião pública. Depois de muito pensar um jeito: prenderia um pássaro em sua mão.
Depois perguntaria ao sábio se o pássaro está morto ou vivo. Se o sábio dissesse que ele está morto, o menino soltaria o pássaro se dissesse que ele está vivo, ele mataria a ave, assim o sábio não acertaria nunca! E assim fez. Chegou perto do sábio e perguntou:
- Sábio, o senhor que sabe tudo, responda: este pássaro que está nas minhas mãos está vivo ou está morto?
- O sábio olhou sereno e fixamente em seus olhos e respondeu:
- Meu filho, o destino do pássaro está nas suas mãos.
Assim podemos concluir: a sua vida também está nas suas mãos. Faça o melhor que puder por ela
.
O destino e as mãos
Numa cidadezinha modesta havia um grande sábio. A ele toda a população recorria em busca de ensinamentos e orientação para a vida. Havia, também, um menino que não aceitava a autoridade do sábio e vivia articulando uma forma de desmoralizá-lo perante a opinião pública. Depois de muito pensar um jeito: prenderia um pássaro em sua mão.
Depois perguntaria ao sábio se o pássaro está morto ou vivo. Se o sábio dissesse que ele está morto, o menino soltaria o pássaro se dissesse que ele está vivo, ele mataria a ave, assim o sábio não acertaria nunca! E assim fez. Chegou perto do sábio e perguntou:
- Sábio, o senhor que sabe tudo, responda: este pássaro que está nas minhas mãos está vivo ou está morto?
- O sábio olhou sereno e fixamente em seus olhos e respondeu:
- Meu filho, o destino do pássaro está nas suas mãos.
Assim podemos concluir: a sua vida também está nas suas mãos. Faça o melhor que puder por ela
terça-feira, abril 20, 2004
segunda-feira, abril 19, 2004
Relance 143
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A maneira de dizer as Coisas
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente _ gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos esta reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade e aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta duvida. Mas a forma com que ela e comunicada e que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgencia, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dize-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença e a maneira de dizer as coisas...
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A maneira de dizer as Coisas
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente _ gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos esta reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade e aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta duvida. Mas a forma com que ela e comunicada e que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgencia, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dize-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença e a maneira de dizer as coisas...
sábado, abril 17, 2004
Relance 142
A Janela do Hospital
Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital. Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto. O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo. Eles conversavam muito. Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias. E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.
O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro. Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal. Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos. Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris. Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.
Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca. Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.
Dias e semanas passaram-se. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto. O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite. Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.
Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco. Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse. Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independente de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro defelicidade. Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar. O hoje é um presente e é por isso que é chamado assim
A Janela do Hospital
Dois homens, seriamente doentes, ocupavam o mesmo quarto em um hospital. Um deles ficava sentado em sua cama por uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama ficava próxima da única janela existente no quarto. O outro homem era obrigado a ficar deitado de bruços em sua cama por todo o tempo. Eles conversavam muito. Falavam sobre suas mulheres e suas famílias, suas casas, seus empregos, seu envolvimento com o serviço militar, onde eles costumavam ir nas férias. E toda tarde quando o homem perto da janela podia sentar-se ele passava todo o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver através da janela.
O homem na outra cama começou a esperar por esse período onde seu mundo era ampliado e animado pelas descrições do companheiro. Ele dizia que da janela dava pra ver um parque com um lago bem legal. Patos e cisnes brincavam na água enquanto as crianças navegavam seus pequenos barcos. Jovens namorados andavam de braços dados no meio das flores e estas possuíam todas as cores do arco-íris. Grandes e velhas árvores cheias de elegância na paisagem, e uma fina linha podia ser vista no céu da cidade.
Quando o homem perto da janela fazia suas descrições, ele o fazia de modo primoroso e delicado, com detalhes e o outro homem fechava seus olhos e imaginava a cena pitoresca. Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu que havia um desfile na rua, embora ele não pudesse escutar a música, ele podia ver e descrever tudo.
Dias e semanas passaram-se. Em uma manhã a enfermeira do dia chegou trazendo água para o banho dos dois homens mas achou um deles morto. O homem que ficava perto da janela morreu pacificamente durante o seu sono a noite. Ela estava entristecida e chamou os atendentes do hospital para levarem o corpo embora.
Assim que julgou conveniente, o outro homem pediu a enfermeira que mudasse sua cama para perto da janela. A enfermeira ficou feliz em poder fazer esse favor para o homem e depois de verificar que ele estava confortável, o deixou sozinho no quarto.
Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em seu cotovelo para conseguir olhar pela primeira vez pela janela. Finalmente, ele poderia ver tudo por si mesmo. Ele se esticou ao máximo, lutando contra a dor para poder olhar através da janela e quando conseguiu fazê-lo deparou-se com um muro todo branco. Ele então perguntou a enfermeira o que teria levado seu companheiro a descrever-lhe coisas tão belas, todos os dias se pela janela só dava pra ver um muro branco?
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e não poderia ver nada mesmo que quisesse. Talvez ele só estivesse pensando em distraí-lo e alegrá-lo um pouco mais com suas histórias.
há uma tremenda alegria em fazer outras pessoas felizes, independente de nossa situação atual. Dividir problemas e pesares é ter metade de uma aflição, mas felicidade quando compartilhada é ter o dobro defelicidade. Se você quer se sentir rico, apenas conte todas as coisas que você tem e que o dinheiro não pode comprar. O hoje é um presente e é por isso que é chamado assim
quinta-feira, abril 15, 2004
Relance 141
História Veridica no Brasil
Seqüestradores desastrados pegam vítima errada e pedem desculpa
Três homens conseguiram a proeza de seqüestrar um estudante por engano em Cuiabá. O erro foi percebido duas horas depois, quando os seqüestradores voltaram onde tinham amarrado o estudante e pediram desculpas a ele. "Pegamos a pessoa errada. Vamos te levar de volta. Tem preferência de local onde quer ser deixado?"
O caso, que parece roteiro de comédia pastelão, começou ontem à noite próximo ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho. Darlan Rolin Fernandes (22) estava indo para a casa da namorada, no bairro Jardim Kennedy, em Cuiabá, quando os trapalhões chegaram. Os seqüestradores, armados com revólver, obrigaram o estudante a entrar em um automóvel Gol e ficar com a cabeça abaixada. Talvez para não se lembrar do rosto dos três patetas e rir depois de recordar a história.
Após dirigir por cerca de 30 minutos em uma estrada de terra, provavelmente perdidos, tendo em vista o final da aventura, os seqüestradores pararam o automóvel. Darlan foi obrigado a descer do automóvel e andar por um matagal. O jovem foi amarrado a uma árvore e abandonado no local.
Os três seqüestradores, que prometeram voltar, retornaram duas horas depois. Eles disseram que haviam seqüestrado o jovem por engano, pediram desculpa a Darlan e perguntaram onde o jovem gostaria de ser deixado de volta. "Ele é bem parecido com o cara que queríamos pegar hein", disse um dos seqüestradores a outro.
Darlan entrou novamente no carro e foi libertado no viaduto da avenida Fernando Corrêa da Costa. Ele registrou queixa na Central de Flagrantes de Cuiabá.
História Veridica no Brasil
Seqüestradores desastrados pegam vítima errada e pedem desculpa
Três homens conseguiram a proeza de seqüestrar um estudante por engano em Cuiabá. O erro foi percebido duas horas depois, quando os seqüestradores voltaram onde tinham amarrado o estudante e pediram desculpas a ele. "Pegamos a pessoa errada. Vamos te levar de volta. Tem preferência de local onde quer ser deixado?"
O caso, que parece roteiro de comédia pastelão, começou ontem à noite próximo ao prédio do Tribunal Regional do Trabalho. Darlan Rolin Fernandes (22) estava indo para a casa da namorada, no bairro Jardim Kennedy, em Cuiabá, quando os trapalhões chegaram. Os seqüestradores, armados com revólver, obrigaram o estudante a entrar em um automóvel Gol e ficar com a cabeça abaixada. Talvez para não se lembrar do rosto dos três patetas e rir depois de recordar a história.
Após dirigir por cerca de 30 minutos em uma estrada de terra, provavelmente perdidos, tendo em vista o final da aventura, os seqüestradores pararam o automóvel. Darlan foi obrigado a descer do automóvel e andar por um matagal. O jovem foi amarrado a uma árvore e abandonado no local.
Os três seqüestradores, que prometeram voltar, retornaram duas horas depois. Eles disseram que haviam seqüestrado o jovem por engano, pediram desculpa a Darlan e perguntaram onde o jovem gostaria de ser deixado de volta. "Ele é bem parecido com o cara que queríamos pegar hein", disse um dos seqüestradores a outro.
Darlan entrou novamente no carro e foi libertado no viaduto da avenida Fernando Corrêa da Costa. Ele registrou queixa na Central de Flagrantes de Cuiabá.
quinta-feira, abril 08, 2004
Relance 140
Me seduz com fortes beijos
Com seus cuidados me motiva
Com palavras, as vezes duras, me acaricia
Num paradoxo chamado zelo.
Meus lamentos se mostram efêmeros
Pois minha alma foi restaurada
No sorriso da mulher desejada
Encobriram-se os tormentos com doces momentos.
Da imagem da mulher meiga
Desembainha-se na luta a independente
Do rosto da menina, que se recusa ser inocente
Encontrei além de uma verdadeira amiga
Uma maravilhosa mulher...tú !
(Anónimo)
Me seduz com fortes beijos
Com seus cuidados me motiva
Com palavras, as vezes duras, me acaricia
Num paradoxo chamado zelo.
Meus lamentos se mostram efêmeros
Pois minha alma foi restaurada
No sorriso da mulher desejada
Encobriram-se os tormentos com doces momentos.
Da imagem da mulher meiga
Desembainha-se na luta a independente
Do rosto da menina, que se recusa ser inocente
Encontrei além de uma verdadeira amiga
Uma maravilhosa mulher...tú !
(Anónimo)
segunda-feira, abril 05, 2004
Relance 139
Ser Poeta é ...
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
(Florbela Espanca)
Ser Poeta é ...
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Aquém e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente!
(Florbela Espanca)
sexta-feira, abril 02, 2004
Relance 138
Antes de ir-mos de fim de semana , aqui deixo um excelente texto que mostra claramente que a lingua de Camões é mais rica e completa do Mundo
RIQUEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A ÚNICA LÍNGUA NO MUNDO QUE NOS PERMITE FAZER UM TEXTO ASSIM
"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindopara Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para
pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava
Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes. -Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir
permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:- Pediste
permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei
procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas,
pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar
pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..."
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar.
...é obra!
Antes de ir-mos de fim de semana , aqui deixo um excelente texto que mostra claramente que a lingua de Camões é mais rica e completa do Mundo
RIQUEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA, A ÚNICA LÍNGUA NO MUNDO QUE NOS PERMITE FAZER UM TEXTO ASSIM
"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para
permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindopara Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se
principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada,
provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam,
permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para
pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar
pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares,
principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava
Pedro Paulo...
Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes. -Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir
permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão
principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:- Pediste
permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei
procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!
Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas,
pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar
pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..."
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar.
...é obra!
segunda-feira, março 29, 2004
Relance 137
Declaração
Só para ti, meu amor
Neste dia que passa
Sinto a solidão a fugir
E o toque suave da tua Graça
A afagar-me e fazer sorrir.
E levanto o olhar, tocando-te sem te ver;
Com um sorriso luminoso
Acaricio o teu corpo de mulher
Sabendo que estás ausente.
E no beijo apaixonado que te ofereço
Caminha junto minha alma rendida
É em ti que me sinto e reconheço
És a minha alegria readquirida.
E em sonhos te vejo, de flor em flor,
Esvoaçando graciosa, tal abelha apaixonada,
Vertendo o subtil aroma do Amor
De todo aquele que se sente
Verdadeiramente amado
Declaração
Só para ti, meu amor
Neste dia que passa
Sinto a solidão a fugir
E o toque suave da tua Graça
A afagar-me e fazer sorrir.
E levanto o olhar, tocando-te sem te ver;
Com um sorriso luminoso
Acaricio o teu corpo de mulher
Sabendo que estás ausente.
E no beijo apaixonado que te ofereço
Caminha junto minha alma rendida
É em ti que me sinto e reconheço
És a minha alegria readquirida.
E em sonhos te vejo, de flor em flor,
Esvoaçando graciosa, tal abelha apaixonada,
Vertendo o subtil aroma do Amor
De todo aquele que se sente
Verdadeiramente amado
terça-feira, março 23, 2004
Relance 136
A Páscoa e o filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo”
.
“Não encontro culpa alguma neste homem “
Poncio Pilatos
Pelo facto de ser um verdadeiro apaixonado da doutrina de Jesus Cristo, muitas pessoas me têm perguntado qual a a minha opinião sobre o mais recente filme de Mel Gibson: “A Paixão de Cristo”.
E então decidi nesta Quaresma, partilhar convosco aquilo que sinto e penso não só pelo que vi no filme, mas pela própria figura de Cristo em si, que é principal referência da minha vida.
Como homem e cristão que sou, cada vez que estudo, leio e aprendo, mais me interrogo e reflicto sobre a atitude de coragem profunda que Jesus teve ao morrer na cruz para nos salvar, mesmo sem nunca ter pecado.
É este o facto mais marcante que o filme nos mostra com grande violência, mas que não deixa de ser a mesma violência que existiu na verdade há 2000 anos atrás, recaindo sobre um homem inocente! Talvez por isso, não entenda o porquê de tanta agitação em certos sectores. Um homem como eu (ou como você amigo leitor) cumpriu a sua missão e também fraquejou quando disse: “Pai se possível afasta de mim este cálice!”. E assim foi, sofreu um choque mesmo para aquela época, mas obstante esse facto decidiu de livre vontade carregar sobre si os nossos pecados e o mal do mundo. Um Cristo que, mesmo na cruz, disse: “Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem”. Este filme destaca mensagens lindíssimas, escritas no Evangelho de S. João, como por exemplo: “Não temeis porque eu venci a morte“, “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei“, “Amai os vossos inimigos e fazei bem aos que vos perseguem”, “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”. Estas são apenas algumas das citações que já conhecia e que são um desafio à reflexão para todos nós.
Recordo-me uma vez mais da humilhação e da violência que Jesus Cristo sofreu, tudo isto bem evidente neste filme, que na minha opinião é um excelente veículo de evangelização.
O filme termina com uma imagem de Cristo já ressuscitado , revelando aquilo que para mim é o mais importante da Páscoa: a Ressurreição.
Jesus ressuscitou e a morte deixou de fazer sentido na humanidade. A morte não é o fim da história, mas sim o princípio de um novo capítulo. Ele mostrou-nos isso. Por isso podemos anunciar no nosso dia-a-dia que a vida domina a morte, e que o bem triunfou sobre o mal, tudo isto bem revelado no filme que já vi três vezes.
Um filme polémico, bem como o seu protagonista principal, ou não fosse “Ele” a figura mais importante de toda a História da Humanidade.
Cláudio Anaia
A Páscoa e o filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo”
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“Não encontro culpa alguma neste homem “
Poncio Pilatos
Pelo facto de ser um verdadeiro apaixonado da doutrina de Jesus Cristo, muitas pessoas me têm perguntado qual a a minha opinião sobre o mais recente filme de Mel Gibson: “A Paixão de Cristo”.
E então decidi nesta Quaresma, partilhar convosco aquilo que sinto e penso não só pelo que vi no filme, mas pela própria figura de Cristo em si, que é principal referência da minha vida.
Como homem e cristão que sou, cada vez que estudo, leio e aprendo, mais me interrogo e reflicto sobre a atitude de coragem profunda que Jesus teve ao morrer na cruz para nos salvar, mesmo sem nunca ter pecado.
É este o facto mais marcante que o filme nos mostra com grande violência, mas que não deixa de ser a mesma violência que existiu na verdade há 2000 anos atrás, recaindo sobre um homem inocente! Talvez por isso, não entenda o porquê de tanta agitação em certos sectores. Um homem como eu (ou como você amigo leitor) cumpriu a sua missão e também fraquejou quando disse: “Pai se possível afasta de mim este cálice!”. E assim foi, sofreu um choque mesmo para aquela época, mas obstante esse facto decidiu de livre vontade carregar sobre si os nossos pecados e o mal do mundo. Um Cristo que, mesmo na cruz, disse: “Pai, perdoa-lhes porque eles não sabem o que fazem”. Este filme destaca mensagens lindíssimas, escritas no Evangelho de S. João, como por exemplo: “Não temeis porque eu venci a morte“, “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei“, “Amai os vossos inimigos e fazei bem aos que vos perseguem”, “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”. Estas são apenas algumas das citações que já conhecia e que são um desafio à reflexão para todos nós.
Recordo-me uma vez mais da humilhação e da violência que Jesus Cristo sofreu, tudo isto bem evidente neste filme, que na minha opinião é um excelente veículo de evangelização.
O filme termina com uma imagem de Cristo já ressuscitado , revelando aquilo que para mim é o mais importante da Páscoa: a Ressurreição.
Jesus ressuscitou e a morte deixou de fazer sentido na humanidade. A morte não é o fim da história, mas sim o princípio de um novo capítulo. Ele mostrou-nos isso. Por isso podemos anunciar no nosso dia-a-dia que a vida domina a morte, e que o bem triunfou sobre o mal, tudo isto bem revelado no filme que já vi três vezes.
Um filme polémico, bem como o seu protagonista principal, ou não fosse “Ele” a figura mais importante de toda a História da Humanidade.
Cláudio Anaia
Relance 135
Açores
Caros Amigos,
Ao fim de 19 dias (desde o Relance 116 até ao Relance 135), o meu blogger tornou se naquilo que podemos dizer ,um verdadeiro album fográfico com todas as capítais de distrito de Portugal Continental , mais a Madeira e Açores.
Temino hoje com S Miguel nos Açores, para mim , local mais bonito da nossa pátria.
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Açores
Caros Amigos,
Ao fim de 19 dias (desde o Relance 116 até ao Relance 135), o meu blogger tornou se naquilo que podemos dizer ,um verdadeiro album fográfico com todas as capítais de distrito de Portugal Continental , mais a Madeira e Açores.
Temino hoje com S Miguel nos Açores, para mim , local mais bonito da nossa pátria.
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quinta-feira, março 18, 2004
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